Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Pastora que critica violência e pedofilia na igreja atrai apoios políticos

Pastora defende que igreja não pode proteger agressores, recebendo apoio bipartidário em debate sobre violência e abuso

Michelle Bolsonaro, pastora Helena Raquel e Tabata Amaral
0:00
Carregando...
0:00
  • Pastora Helena Raquel, da Assembleia de Deus Vida na Palavra, fez discurso no Gideões Missionários da Última Hora, em Queimados, defendendo que a igreja não deve abrigar agressores.
  • Ela pediu que as vítimas não permaneçam silenciadas, orientando denunciação a delegacias e serviços de apoio à mulher, e reforçou que é preciso coragem para denunciar.
  • No Instagram, a religiosa reiterou que “ungido não é abusador” e que a igreja não pode proteger quem agride ou oprime, defendendo a cura em vez do medo.
  • O vídeo se tornou viral e recebeu apoio de figuras de direita e esquerda, incluindo Michelle Bolsonaro, Tabata Amaral e Pedro Campos.
  • Tabata Amaral descreveu a pregação como corajosa e necessária para avançar o PL da Misoginia; Michelle Bolsonaro compartilhou o conteúdo e comentários; Pedro Campos afirmou que nenhuma fé pode silenciar a violência.

Uma pastora da Assembleia de Deus Vida na Palavra ganhou notoriedade após uma pregação em Queimados, no Rio de Janeiro, viralizar nas redes. Helena Raquel discorria durante o congresso Gideões Missionários da Última Hora, um dos maiores eventos evangélicos do mundo, realizado no último domingo, no Brasil. O tema abordado foi a violência contra mulheres, pedofilia e abuso de crianças, com a defesa de que a igreja não pode proteger agressores.

Ela ressaltou a necessidade de denúncias e de buscar apoio em delegacias especializadas, ao deixar claro que não há justificativa religiosa para abusos. Em seguida, comunicados publicados pela pastora reforçaram a mensagem de que a igreja deve ser um espaço de cura, não de medo, e que violência não pode ser desculpa para silenciamento. O relato enfatizou que vítimas costumam ser orientadas a não denunciar.

O discurso gerou ampla repercussão nas redes e alcançou apoio de figuras políticas de diferentes espectros. Entre os apoiadores estavam Michelle Bolsonaro, Tabata Amaral e Pedro Campos, todos citados como compartilhadores de trechos da pregação. Michelle Bolsonaro publicou vídeos adicionais, enquanto Tabata Amaral e Pedro Campos destacaram a importância de enfrentar a violência contra mulheres.

Repercussões e apoios

Tabata Amaral comentou que a fala é corajosa e necessária, destacando a união entre mulheres de diferentes lados do espectro político para enfrentar a violência de gênero. A deputada também mencionou a intenção de avançar com propostas relacionadas à misoginia no Congresso, indicando que trabalharia para votá-las ainda em junho.

Pedro Campos, cunhado de Tabata e colega de partido, reforçou a mensagem de que nenhuma fé pode justificar silenciar abusos e citou a importância de denunciar. Michelle Bolsonaro compartilhou um segundo vídeo com avaliação de especialistas, questionando o impacto da fala e destacando a necessidade de confrontar a violência quando a fé é usada para encobrir atos criminosos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais