- Eleito em 8 de maio de 2025, o antigo Cardeal Robert Prevost assumiu o nome Leão XIV; sua missa inaugural na Praça de São Pedro reuniu 150 mil pessoas.
- Seu estilo de liderança é o “serviço de escuta”, apresentando-se como irmão que caminha junto aos fiéis, com foco na união da Igreja e na reconciliação fraterna.
- No Jubileu da Juventude em Tor Vergata, reuniu cerca de 1 milhão de pessoas; houve ainda um encontro digital com adolescentes na NCYC sobre uso ético da tecnologia.
- Canonizou Pier Giorgio Frassati e Carlo Acutis, ressaltando que ambos, jovens, servem como modelos de santidade para os jovens.
- Realizou viagens internacionais à Turquia, Líbano e África (Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial), enfatizando justiça econômica e apoio a comunidades cristãs; a paz, para ele, envolve justiça, dignidade humana, diplomacia e diálogo.
O Papa Leão XIV completa um ano desde a eleição de Robert Prevost, que assumiu o papado em 8 de maio de 2025. Em sua missa inaugural, na Praça de São Pedro, 150 mil fiéis presenciaram a defesa de um estilo de liderança pautado pelo serviço de escuta e pela busca de união na Igreja.
Durante o primeiro ano, o pontífice destacou a reconciliação fraterna e a proximidade com os fiéis. Em Tor Vergata, no Jubileu da Juventude, reuniu cerca de 1 milhão de jovens, incentivando-os a valorizar cada etapa da vida. Em NCYC, houve um encontro digital com adolescentes americanos para debater ética tecnológica.
Santos canonizados
Em cerimônia na Praça de São Pedro, Leão XIV elevou aos altares Pier Giorgio Frassati e Carlo Acutis, jovens exemplarizados pela fé. A escolha reforça a mensagem de que a juventude pode inspirar ações de fé autêntica.
Viagens e missões internacionais
A agenda incluiu uma visita histórica à Turquia e ao Líbano, com encontros ecumênicos e visita ao túmulo de São Charbel. Nos 11 dias na África, passou por Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial, tratando de justiça econômica e apoio a comunidades cristãs.
Mensagem pela paz mundial
Leão XIV acompanha a paz como compromisso diário com justiça e dignidade. Atenta contra a normalização de conflitos e ao uso de armas graves. Defende diplomacia, diálogo entre nações e cultura de escuta mútua.
Conteúdo baseado na apuração da Gazeta do Povo.
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