- A Assembleia Nacional francesa aprovou em segunda leitura, em 25 de fevereiro, um projeto de lei para legalized a eutanásia e o suicídio assistido no país.
- O texto será novamente analisado pelo Senado entre 11 e 13 de maio, coincidindo com a festa de Nossa Senhora de Fátima no dia 13 de maio.
- O bispo Marc Aillet convocou jejum e oração nesse dia para que as consciências dos senadores e legisladores sejam iluminadas.
- Ele alertou sobre as supostas consequências morais e espirituais da legalização, dizendo que a proposta busca abolir a proibição de matar.
- A militância contrária ao projeto teria aumentado, de 199 a 226, entre 27 de maio de 2025 e 25 de fevereiro de 2026, segundo o prelado, que também pediu aos fiéis que escrevam aos parlamentares para se oporem.
O bispo Marc Aillet, líder de Bayonne, Lescar e Oloron, convocou um dia de jejum e oração para 13 de maio, data ligada à festa de Nossa Senhora de Fátima. A iniciativa ocorre em meio à tramitação, no Senado francês, de um projeto de lei que prevê a legalização da eutanásia e do suicídio assistido no país.
A votação no Senado está marcada para o intervalo entre 11 e 13 de maio. Aiette aponta que a mobilização religiosa busca influenciar a opinião dos senadores diante do tema sensível, que tem gerado intenso debate público.
A instituição religiosa ressalta os riscos morais e espirituais associados à legalização. Segundo o bispo, muitos pacientes que cogitam o suicídio ou a eutanásia desistem quando recebem cuidados paliativos adequados, ainda que haja falhas de suporte no sistema francês.
Em carta aos fiéis, Aillet descreve a proposta como uma ruptura profunda na compreensão humana e destaca que uma parcela expressiva de parlamentares já é contrária à medida. O bispo afirma ter convidado representantes políticos a manterem posição operacional contrária.
A igreja enfatiza que a prática de paliativos bem estruturados pode reduzir o interesse pela eutanásia, e que o atendimento adequado ao sofrimento é essencial. Akit reforça que a mobilização é necessária para defender escolhas de vida com dignidade.
Fonte: Catholic News Agency. A matéria acompanha o contexto da votação e o posicionamento da diocese de Aillet, sem julgar decisões políticas.
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