- Águas de Oxalá inicia a segunda edição no Distrito Federal, com oficinas gratuitas e rituais de lavagem entre maio e junho, em Samambaia, Pôr do Sol, Núcleo Bandeirante e Candangolândia.
- O projeto, idealizado por Mãe Francys Baiana do Acarajé, promove a valorização de tradições de matriz africana e o combate à intolerância religiosa, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF).
- As oficinas, de vinte horas, abordam história, musicalidade, indumentárias e culinária dos rituais, com grupos de até 20 pessoas por semana.
- Nos fins de semana, ocorrem os rituais de lavagem abertos à comunidade, com cortejos guiados pelos orixás Oxalá, Iemanjá e Oxum, vestidos de branco e acompanhamento de atabaques.
- A programação acontece no Complexo Cultural de Samambaia, Associação Papo de Mãe, Chácara do Pai Jorge, Instituto Nacional das Religiões e Culturas Afro-Brasileiras, Museu Vivo da Memória Candanga e Instituto Criar Mulher; inscrições são gratuitas via local ou Sympla.
O projeto Águas de Oxalá volta ao Distrito Federal com a segunda edição, trazendo rituais de lavagem e oficinas abertas ao público. A iniciativa, idealizada por Mãe Francys Baiana do Acarajé, foca na valorização das tradições de matriz africana e no combate à intolerância religiosa.
Entre maio e junho, as atividades serão realizadas em Samambaia, Pôr do Sol, Núcleo Bandeirante e Candangolândia. A proposta é fortalecer o diálogo e preservar o legado ancestral das religiões de matriz africana, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF).
A programação é dividida em duas frentes. Oficinas gratuitas, com 20 horas de duração, abordam história, musicalidade, indumentária e culinária dos rituais. Grupos de 20 pessoas participam durante a semana para se prepararem para o ato público.
Nos fins de semana, acontecem os rituais de lavagem, abertos à comunidade. Os cortejos são guiados pelos orixás Oxalá, Iemanjá e Oxum, com vestimenta branca e som de atabaques. Participantes promovem a lavagem simbólica de espaços culturais e institutos parceiros.
Os rituais integram elementos do sincretismo brasileiro, combinando candomblé e catolicismo. No DF, Águas de Oxalá se apresenta como espaço democrático, com professores voluntários e comunidade promovendo ensino interdisciplinar e a valorização da herança africana.
Serviço
Águas de Oxalá
Início: a partir de 12 de maio.
Locais: Complexo Cultural de Samambaia, Associação Papo de Mãe, Chácara do Pai Jorge, Instituto Nacional das Religiões e Culturas Afro-Brasileiras, Museu Vivo da Memória Candanga e Instituto Criar Mulher.
Inscrições: gratuitas, nos locais das oficinas ou via Sympla.
Entre na conversa da comunidade