- Muhindo, sobrevivente de um massacre na infância em 2014, teve o crânio esmagado e sobreviveu a ataques que deixaram 19 mortos na República Democrática do Congo.
- Após o trauma, ele foi acolhido pelos missionários Evgeniya e Don Foster, que o adotaram como filho e o apoiaram em seu tratamento e recuperação.
- No dia seguinte ao ataque, Muhindo voltou a consciência após intervenção de um médico e, posteriormente, foi acolhido pelos Foster na casa missionária.
- Doze anos depois, Muhindo retornou à aldeia para ensinar adolescentes sobre a Palavra de Deus, iniciando um trabalho evangelístico na comunidade.
- A história é contada pela missionária Evgeniya Foster, ligada à organização Love Your Neighbor Africa, que atua entre o povo Mbuti, um grupo indígena enfrentando pobreza, acesso limitado a saúde e educação e perseguição na região.
Muhindo sobreviveu a um massacre na infância em que 19 pessoas foram mortas e teve o crânio esmagado. Hoje ele prega o Evangelho entre adolescentes na República Democrática do Congo, conforme relatos de Evgeniya Foster, missionária que o acolheu.
O ataque ocorreu em 14 de outubro de 2014, poucos dias após a inauguração da primeira escola para crianças do povo Mbuti, em uma região de floresta. O casal Evgeniya e Don Foster acolheu Muhindo após o trauma e o acompanhou desde então.
Sobrevivente que virou evangelista
Doze anos após o massacre, Muhindo retornou à aldeia para transmitir ensinamentos bíblicos aos jovens. Evgeniya afirmou que ninguém pediu a ele esse papel; o trabalho surgiu pelo impulso do Espírito Santo.
Muhindo cresceu sob a tutela do casal missionário. A narrativa da fé ganhou força quando ele recebeu, em uma aula bíblica, a percepção de ser um líder para o seu povo. O menino adotivo passou a ser visto como Moisés de sua comunidade.
Contexto da missão no Congo
O casal faz parte da Love Your Neighbor Africa, organização criada por Don Foster. Ele atua entre populações vulneráveis no nordeste da RDC, entre os Mbuti deslocados de suas florestas. A organização descreve dificuldades como pobreza extrema, acesso limitado a saúde e educação, e perseguição étnica.
Entre na conversa da comunidade