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Militante político vai a culto na UFMG, investiga e se converte

Culto na UFMG atrai mais de 1,5 mil jovens; MPF analisa denúncias sobre liberdade religiosa no ambiente universitário

O aluno foi impactado ao ouvir o Evangelho durante um culto da missão “Aviva Universitário”. (Foto: Reprodução/Instagram/Lucas Teodoro).
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  • Um culto da missão Aviva Universitário na UFMG atraiu mais de 1.500 jovens, com pregação realizada mesmo sem uso de som.
  • Durante a atividade, um grupo de alunos com camisetas de movimentos políticos se aproximou; houve apelo e muitos jovens aceitaram Jesus.
  • Um estudante que foi ao culto para investigar o Aviva Universitário acabou se convertendo, registrando impressões sobre a presença do Espírito Santo.
  • A missão Aviva Universitário foi denunciada ao Ministério Público Federal por realizar cultos com estudantes em universidade pública; Lucas Teodoro afirma que o evento era voluntário e não formal.
  • A vereadora Mariana Lescano criticou a denúncia e questionou a criminalização de orar em universidades, destacando que jovens cristãos já enfrentaram impedimentos em outras instituições.

O evangelista Lucas Teodoro contou como um culto promovido pela missão Aviva Universitário na UFMG resultou em uma conversão durante a passagem do Evangelho. O episódio ocorreu na Universidade Federal de Minas Gerais, em meio a uma ação de divulgação religiosa dentro de uma unidade pública de ensino. O relato partiu de Lucas via vídeo no Instagram, publicado na quarta-feira, 13 de maio.

Segundo o evangelista, o culto reuniu mais de 1.500 jovens. Mesmo sem uso de som externo, a mensagem foi pregada de forma verbal, com a multidão acompanhando. Um grupo com camisetas de movimentos políticos se aproximou, gerando preocupação inicial entre os presentes. Ainda assim, houve o apelo e diversos jovens foram à frente para entregar as vidas a Jesus, segundo o relato de Lucas.

Durante a pregação, um estudante membro do grupo aproximou-se em lágrimas e declarou ter vindo ao culto para investigar o Aviva Universitário. Ele mostrou anotações feitas sobre o evento e relatou sentir uma presença diferente, associada à experiência descrita pela missão.

Denúncias e desdobramentos

A missão Aviva Universitário foi denunciada ao Ministério Público Federal pelo suposto aproveitamento de cultos com estudantes dentro da UFMG. Em março, Lucas afirmou ter recebido uma intimação para explicar as atividades na universidade. A denúncia foi apresentada alegando reunião voluntária de jovens em espaço público, sem som, para orações e arrependimento.

O líder da missão afirmou que os jovens participaram de forma voluntária e que a atividade não possuía natureza formal. Ele destacou que a instituição não proibiu a prática de oração, mas que houve questionamento administrativo sobre a realização do culto no campus. O MPF informou que apura as circunstâncias, sem concluir pela irregularidade.

Repercussões e posições

A vereadora Mariana Lescano, de Porto Alegre, criticou a denúncia e questionou se orar nas universidades pode ser enquadrado como crime. Ela lembrou casos anteriores envolvendo restrições a cultos estudantis e afirmou que jovens podem realizar atividades religiosas sem ilegalidade.

Em resposta, Lucas afirmou que o Aviva Universitário pretende manter as ações nas universidades, afirmando que o objetivo é levar o Evangelho e não apoiar qualquer agenda política. A organização destacou que seguirá atuando, com foco no respeito à liberdade religiosa no ambiente acadêmico.

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