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Cristãos perseguidos na China desconfiam de defensores ocidentais

Filha do pastor Jin Mingri, detido em Pequim, defende defesa internacional pelos cristãos da China, apesar do ceticismo entre fiéis locais

Pastor Jin 'Ezra' Mingri and his family.
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  • Em outubro de 2025, Jin “Ezra” Mingri, pastor fundador da Zion Church em Pequim, e grande parte da liderança foram presos; é a maior operação contra uma igreja não registrada desde 2018.
  • Grace Jin Drexel, filha do pastor, tornou-se defensora da sua libertação e trabalha com a Luke Alliance para destacar a situação das igrejas domésticas na China.
  • A defesa tem alcançado gestores públicos, com o anúncio de que o presidente Xi Jinping seria “fortemente considerado” pela libertação de Jin, conforme declaração de 15 de maio feita por Donald Trump.
  • Drexel revela que, historicamente, havia resistência entre cristãos chineses a defender publicamente sua situação, devido a uma tradição de sofrimento silencioso e independência frente a estrangeiros.
  • A conversa aborda a tensão entre a tradição de sofrer com Cristo e a necessidade de advocacy, defendendo que testemunhos globais podem ajudar a igreja chinesa a enfrentar o atual aumento da repressão.

Grace Jin Drexel, filha do pastor Jin “Ezra” Mingri, tornou-se porta-voz pela libertação do pai após o arresto dele e de boa parte da liderança da Zion Church, em outubro de 2025, em Pequim. A ação foi a maior ofensiva contra uma igreja não registrada na China continental desde 2018.

Drexel atua em parceria com a Luke Alliance, buscando atrair atenção internacional para a situação das house churches chinesas. Sua atuação inclui contatos com autoridades americanas e organizações de direitos humanos, com foco na pressão por responsabilização e liberação.

Representantes oficiais mencionaram, em 15 de maio, que o presidente Xi Jinping avaliaria a possível libertação do pastor. A informação foi confirmada por fontes da imprensa internacional, sem confirmação direta vindas de Pequim.

Contexto da perseguição

A prisão em outubro de 2025 atingiu a Zion Church, uma congregação pública com grande presença na capital. O episódio evidencia uma tendência de endurecimento do governo chinês contra igrejas independentes e entidades religiosas fora de controle estatal.

Perspectiva dos fiéis sobre advocacy

Drexel sustenta que a situação exige atuação internacional para que histórias de cristãos na China cheguem ao público global. Ela afirma que tantos fiéis, mesmo em igrejas menos visíveis, também podem ser impactados por esse movimento de apoio.

Reflexões teológicas da experiência

Segundo Drexel, a teologia de sofrimento compartilhado, legitimada por tradições cristãs, pode inspirar ações de solidariedade. Ela defende equilibrar o sofrimento com a fé, destacando o papel da advocacia como testemunho da comunidade.

Impacto e próximos passos

A defesa pública da Zion Church ganha força com relatos de familiares e igrejas que já sofreram com detenções. Enquanto não há confirmação de libertação, o caso mobiliza redes internacionais para monitorar o andamento do processo.

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