Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Rabino cobra construção de sinagoga no Monte do Templo

Rabino-chefe de Tzfat solicita aceleração da construção de uma sinagoga no Monte do Templo, afirmando necessidade de presença judaica até o Templo ser reconstruído

Rabino cobra construção de sinagoga no Monte do Templo
0:00
Carregando...
0:00
  • O rabino-chefe de Tzfat, Shmuel Eliyahu, pediu ao primeiro-ministro e aos ministros de Israel que acelerem a construção de uma sinagoga no Monte do Templo, em Jerusalém, durante o Dia de Jerusalém.
  • Ele afirmou que o Monte do Templo tem ligação histórica com os templos judaicos e que, enquanto o Templo não é reconstruído, é necessário que haja uma sinagoga no local.
  • O rabino citou a posição de seu pai, Mordechai Eliyahu, favorável a uma área judaica de oração no Monte do Templo dentro dos limites da Halachá (lei judaica).
  • O debate envolve a Lei de Proteção dos Lugares Sagrados, de 1967, que garante acesso aos locais sagrados a todas as religiões, mas onde judeus relatam restrições de horários e de práticas no Monte do Templo, administrado pelo Waqf Islâmico.
  • O conduitor da ideia, Josh Wander, afirmou que a discussão sobre uma sinagoga no Monte do Templo vem ocorrendo desde 1967 e que a construção permitiria prática judaica organizada, dentro dos limites da Halachá.

O rabino-chefe de Tzfat, Shmuel Eliyahu, pediu a Benjamin Netanyahu e aos ministros que acelerem a construção de uma sinagoga no Monte do Templo, em Jerusalém. O apelo foi feito durante as celebrações do Dia de Jerusalém.

O discurso ocorreu diante do local considerado sagrado por diversas religiões. Eliyahu lembrou laços históricos do Monte com os antigos Templos e defendeu a instalação de uma sinagoga enquanto o Templo ainda não for reconstruído.

O rabino mencionou o legado de seu pai, Mordechai Eliyahu, ao defender uma área judaica de oração permitida pela Halachá. Também reforçou o papel dos líderes do governo na decisão sobre a sinagoga.

O apelo público chegou em meio a debates sobre a Lei de Proteção dos Lugares Sagrados, que garante acesso a locais sagrados a várias religiões. A lei prevê punições para quem impeça práticas religiosas.

A administração religiosa da área hoje é coordenada pelo Waqf Islâmico, ligado à Jordânia. Grupos judaicos apontam limitações de acesso a judeus no Monte do Templo.

Relatos de apoiadores indicam que a discussão sobre uma sinagoga existe desde 1967, quando o controle da região mudou. A proposta é vista como caminho para maior presença judaica no local.

Segundo os defensores, a sinagoga permitiria oração organizada, leitura da Torá, uso de Talit e Tefilin, e celebrações do Shabat, dentro dos limites da lei judaica e da gestão do espaço.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais