- O rabino-chefe de Tzfat, Shmuel Eliyahu, pediu ao primeiro-ministro e aos ministros de Israel que acelerem a construção de uma sinagoga no Monte do Templo, em Jerusalém, durante o Dia de Jerusalém.
- Ele afirmou que o Monte do Templo tem ligação histórica com os templos judaicos e que, enquanto o Templo não é reconstruído, é necessário que haja uma sinagoga no local.
- O rabino citou a posição de seu pai, Mordechai Eliyahu, favorável a uma área judaica de oração no Monte do Templo dentro dos limites da Halachá (lei judaica).
- O debate envolve a Lei de Proteção dos Lugares Sagrados, de 1967, que garante acesso aos locais sagrados a todas as religiões, mas onde judeus relatam restrições de horários e de práticas no Monte do Templo, administrado pelo Waqf Islâmico.
- O conduitor da ideia, Josh Wander, afirmou que a discussão sobre uma sinagoga no Monte do Templo vem ocorrendo desde 1967 e que a construção permitiria prática judaica organizada, dentro dos limites da Halachá.
O rabino-chefe de Tzfat, Shmuel Eliyahu, pediu a Benjamin Netanyahu e aos ministros que acelerem a construção de uma sinagoga no Monte do Templo, em Jerusalém. O apelo foi feito durante as celebrações do Dia de Jerusalém.
O discurso ocorreu diante do local considerado sagrado por diversas religiões. Eliyahu lembrou laços históricos do Monte com os antigos Templos e defendeu a instalação de uma sinagoga enquanto o Templo ainda não for reconstruído.
O rabino mencionou o legado de seu pai, Mordechai Eliyahu, ao defender uma área judaica de oração permitida pela Halachá. Também reforçou o papel dos líderes do governo na decisão sobre a sinagoga.
O apelo público chegou em meio a debates sobre a Lei de Proteção dos Lugares Sagrados, que garante acesso a locais sagrados a várias religiões. A lei prevê punições para quem impeça práticas religiosas.
A administração religiosa da área hoje é coordenada pelo Waqf Islâmico, ligado à Jordânia. Grupos judaicos apontam limitações de acesso a judeus no Monte do Templo.
Relatos de apoiadores indicam que a discussão sobre uma sinagoga existe desde 1967, quando o controle da região mudou. A proposta é vista como caminho para maior presença judaica no local.
Segundo os defensores, a sinagoga permitiria oração organizada, leitura da Torá, uso de Talit e Tefilin, e celebrações do Shabat, dentro dos limites da lei judaica e da gestão do espaço.
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