- Tati Bernardi entrevista o pastor Ed René Kivitz no primeiro episódio da série O Menor Encontro de Homens do Brasil, discutindo a espiritualidade masculina em 2026.
- O pastor da Igreja Batista, presidente do Instituto Galileia, aponta exemplos bíblicos que contestam machismos e afirma que Jesus é um modelo de masculinidade que não corresponde a estereótipos.
- Kivitz critica distorções do evangelho que colocam mulheres em posição de inferioridade e defende leitura respeitosa da Bíblia.
- A jornalista questiona se é possível ser pai de família e de Deus mantendo o respeito de mulheres feministas, comentando crítica a preconceitos no cristianismo.
- A série, com quatro episódios, aborda temas como vida espiritual, liderança, paternidade e saúde.
Tati Bernardi entrevista o pastor Ed René Kivitz no primeiro episódio da série O Menor Encontro de Homens do Brasil, que discute o que é ser homem em 2026. A conversa aborda espiritualidade, liderança e relações com a sociedade atual.
Kivitz, pastor da Igreja Batista e presidente do Instituto Galileia, questiona a ideia de que o homem deve manter uma mulher economicamente dependente. Ele argumenta que esse modelo não funciona mais e que a pergunta central é o que realmente define a masculinidade.
O pastor cita exemplos bíblicos que, segundo ele, negam chavões machistas, destacando que Jesus chorava e que esse traço não diminui a figura masculina. A leitura crítica é usada para combater distorções do evangelho que colocam mulheres em posição de subordinação.
A conversa também aborda críticas ao cristianismo que, segundo Bernardi, promovem preconceitos contra grupos como a comunidade LGBTQIA+. A dupla questiona se é possível ser pai de família e de Deus sem perder o respeito a diferentes perspectivas.
René ressalta que a imagem de mulher submissa é uma distorção bíblica herdada do patriarcado e propõe uma leitura atual do evangelho, conectando ensinamentos antigos aos desafios de 2026. O diálogo se baseia na ideia de interpretar o texto sagrado com responsabilidade social.
A série, que terá quatro episódios, explora ainda temas como vida espiritual, saúde e paternidade, mantendo o foco em debates sobre o que significa ser homem hoje, sem atribuir julgamentos ou posições pessoais.
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