- Léo Batalha, cristão do Paraná, começou a sentir fortes milagões na mão direita em 2016; o inchaço também envolveu a perna, tornando difícil calçar sapato.
- Após oito meses de exames e consulta com nove especialistas, o diagnóstico apontou infecção bacteriana associada a artrite reumatoide e anquilose muscular, com risco de perda de movimento.
- Com o tempo, ele não conseguiu mais se movimentar e precisou de vários medicamentos; houve internação, cirurgia para remover infecção e até pedido de funeral por sentir que morreria.
- Em culto, Léo recebeu uma palavra profética de cura; segundo ele, a dor começou a ceder e o movimento na mão direito voltou gradualmente.
- Hoje ele retorna ao trabalho, dirige o coral da igreja e afirma que a cura continua ocorrendo aos poucos, atribuindo tudo à fé e ao tempo de Deus.
Léo Batalha, morador do Paraná, viveu meses de dor intensa até receber um diagnóstico inesperado que comprometeu seus ossos. O caso começou em 2016 com inchaço na mão direita, que se espalhou para a perna e o joelho, levando o paciente a buscar tratamentos por oito meses sem sucesso. Médicos chegaram a tratar a mão como inflamação por esforço repetitivo.
Durante esse período, o homem perdeu movimentos e precisou de ajuda para atividades básicas. Passou por cirurgia para tratar uma infecção na perna e ficou internado por alguns dias, recuperando parte do movimento da perna, mas a mão permaneceu imóvel.
Diagnóstico médico
Um novo médico identificou que a bactéria teria levado a artrite reumatoide associada a anquilose muscular, causando desintegração óssea. Com base em exames, o quadro não podia ser corrigido com cirurgia e o risco era a perda total de movimento da mão e da perna com o tempo.
Processo de fé e recuperação
Apesar do prognóstico, Léo manteve a fé e iniciou tratamento médico, acompanhado pela família. Em meio a períodos de internação, ele chegou a temer a morte, mas seguiu recebendo apoio da comunidade. Em um culto, uma pregação profética trouxe estímulo: a presença divina seria capaz de curar.
Desfecho gradual
Ainda que com dificuldades, Léo voltou a se alimentar e a ter melhora gradual. Hoje ele consegue realizar movimentos variados, voltou a trabalhar e volta a reger o coral da igreja. A recuperação não é completa de imediato, mas há sinais de melhoria contínua com a evolução declarada pelo próprio paciente.
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