- O papa Leo XIV afirmou que a inteligência artificial deve ser “desarmada” para proteger a humanidade de seus perigos.
- Em discurso histórico à Igreja Católica, ele pediu que a IA seja mais “amigável aos seres humanos” e não fique sob controle monopolista.
- O pontífice defendeu que a tecnologia não seja usada para ganhos geopolíticos ou comerciais.
- O pronunciamento contou com uma apresentação em vídeo que mostrou imagens da Revolução Industrial, da Segunda Guerra Mundial e da queda do Muro de Berlim.
O Papa Leo XIV afirmou que a inteligência artificial deve ser “desarmada” para proteger a humanidade de seus riscos, em fala histórica da Igreja Católica. A declaração chamou a atenção para os perigos potenciais da tecnologia se permanecer sob controle monopolista ou orientada apenas por interesses.
A mensagem foi apresentada em um pronunciamento à Igreja, com um vídeo que exibiu imagens da Revolução Industrial, da Segunda Guerra Mundial e da queda do Muro de Berlim. A produção visual reforçou a ideia de que a IA precisa evoluir de forma humana.
O Papa pediu que a IA seja menos concentrada em mãos de poucos e menos usada para ganhos geopolíticos ou comerciais. Ele afirmou que a tecnologia deve ficar mais amigável ao humano e menos sujeita a abusos de poder.
O Pedido do Papa
A fala acontece em meio a debates globais sobre regulação e governança da IA. Especialistas e governos discutem marcos éticos e legais para a tecnologia, com foco em segurança, privacidade e impactos sociais. O tema domina agendas públicas e privadas em várias regiões.
Não há detalhes de propostas políticas específicas apresentadas, apenas a sinalização de diretrizes para tornar a IA menos sujeita a domínios exclusivos e mais alinhada ao bem comum. As informações destacam a atuação da Igreja no debate sobre tecnologia e ética.
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