- O Papa Leo XIV afirmou que a inteligência artificial precisa ser “desarmada” por meio de nova regulamentação para reduzir seu uso em guerras.
- Na primeira encíclica de seu papado, Magnifica Humanitas, ele disse que a supervisão da IA não pode ficar apenas nas mãos de algumas grandes empresas de tecnologia.
- A encíclica de 83 páginas foi apresentada pessoalmente no Vaticano, em uma cerimônia com a participação de especialistas em IA, como Chris Olah, cofundador da Anthropic.
- Desde que foi eleito no ano passado, tornando-se o primeiro papa americano, Leo XIV afirmou considerar a IA como o maior desafio para a humanidade.
- A apresentação ocorreu no Vaticano, com foco em regulação e responsabilidade no uso da IA.
O Papa Leo XIV defendeu que a inteligência artificial deve ser “desarmada” por meio de novas regulações que reduzam seu uso em conflitos. A posição ficou explícita na primeira carta encíclica de seu papado, intitulada Magnifica Humanitas.
A encíclica aborda a supervisão de IA e sustenta que essa responsabilidade não pode ficar apenas nas mãos de grandes empresas privadas de tecnologia. O texto defende marcos regulatórios para evitar riscos em guerras e abusos.
Pelo menos parcialmente inédito, o Papa, nascido em Chicago, apresentou a documento pessoalmente no Vaticano, acompanhado de especialistas em IA, incluindo o cofundador da Anthropic, Chris Olah. A entrega ocorreu durante um evento de apresentação da encíclica.
Leo XIV foi eleito no ano anterior, tornando-se o primeiro papa norte‑americano. Em suas primeiras palavras sobre o tema, ele indicou que vê a IA como o maior desafio de humanidade, destacando a necessidade de coordenação internacional.
O pontífice enfatiza ainda que a governança da IA exige participação de autoridades, comunidades científicas e líderes religiosos, com o objetivo de evitar usos prejudiciais e promover o bem comum.
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