- A missão On Fire realizou a primeira conferência exclusiva para mulheres indígenas e ribeirinhas da Amazônia, na tribo Ticuna, reunindo cerca de quarenta participantes.
- O encontro tratou de cura emocional, abuso, restauração espiritual e fé cristã durante a ação entre 29 de abril e 3 de maio.
- A iniciativa nasceu para ampliar o trabalho com famílias ribeirinhas, especialmente mulheres, diante de situações de abuso que atingem crianças e adolescentes.
- A missão já atua há dez anos, com foco em atendimento infantil e, nos últimos quatro anos, passou a atuar junto às comunidades ribeirinhas; em 2026 criou-se um trabalho específico para mulheres.
- O projeto de adoção espiritual envolve missionários que mantêm vínculo com famílias após as viagens, acompanhando necessidades e oferecendo suporte contínuo.
A missão On Fire realizou a primeira conferência exclusiva para mulheres indígenas e ribeirinhas no Amazonas. Cerca de 40 participantes da tribo Ticuna participaram de ministras sobre cura emocional, abuso e fé cristã, durante ação promovida na região amazônica. O objetivo foi ampliar o trabalho com as famílias ribeirinhas.
A iniciativa surgiu após a percepção da líder da missão, pastora Elisandra, de que tratar apenas de crianças não chega às mães. A equipe identificou casos de abuso e sofrimento emocional em várias comunidades e decidiu ampliar o atendimento. A conferência ocorreu entre 29 de abril e 3 de maio, em comunidades ribeirinhas atendidas pela On Fire.
Novo enfoque nas mulheres
A cada ano, a On Fire busca ampliar o alcance social antes de avançar com o evangelho, segundo Elisandra. Em 2026, houve pela primeira vez foco específico em mulheres das comunidades visitadas, com a participação de uma psicóloga para atendimento infantil.
Abuso, atendimento e testemunhos
Relatos de resistência inicial ao tema de abusos marcaram o evento. Ministrantes da própria equipe compartilharam experiências de superação, fortalecendo o vínculo com as participantes. Também houve atendimentos individuais e momentos de oração com a psicóloga infantil presente.
Adoção espiritual e continuidade
Outro pilar é a adoção espiritual, em que cada missionário acompanha espiritualmente uma pessoa ou família, mantendo contato após a viagem. Esse vínculo facilita o monitoramento de necessidades, ajuda em situações de vulnerabilidade e incentiva o acompanhamento contínuo.
Desafioslogísticos e ações materiais
A equipe levou presentes, kits de higiene, alimentação e itens básicos para as famílias, além de atividades com crianças, teatro e dança. O atendimento também incluiu apoio educativo, com incentivo à leitura e ao estudo.
A missão encerrou a programação com a continuidade do acompanhamento, destacando que o projeto visa fortalecer vínculos e ampliar o alcance social e espiritual nas comunidades ribeirinhas e indígenas da região.
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