- O Advogado-Geral da União, Jorge Messias, participa da Marcha para Jesus 2026 em São Paulo nesta quinta-feira, 4 de junho de 2026.
- Em entrevista à Rede Gospel de Televisão, afirmou que quem participa busca apenas louvar e adorar Jesus, sem polarização.
- Messias disse que “Jesus não fez segmentação na sua mesa” e reforçou a ideia de união, com todos convidados a compartilhar a mesa de Jesus.
- Estão presentes na marcha o senador Flávio Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito Ricardo Nunes; Flávio falou em guerra espiritual e em recarregar as baterias.
- A história da marcha: começou em mil novecentos e noventa e três; em dois mil e nove Lula sancionou lei que incluiu o evento no calendário oficial; Bolsonaro participou pela primeira vez em dois mil dezenove e retornou em dois mil e vinte e dois.
O Advogado-Geral da União, Jorge Messias, participa nesta quinta-feira, 4 de junho de 2026, da Marcha para Jesus 2026 em São Paulo. O evento reuniu lideranças religiosas e políticas, com o objetivo de louvar e adorar Jesus Cristo, sem enfoque político.
Messias afirmou, em entrevista à Rede Gospel de Televisão, que a marcha busca manter o foco no propósito religioso e evitar polarização. Afirmou que a reunião reúne pessoas de diferentes perfis com um único compromisso: a fé comum.
Além do AGU, o evento contou com a presença de figuras públicas de destaque. Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à Presidência, participou, ressaltando uma percepção de guerra espiritual e a necessidade de recarregar as energias para as famílias.
Flávio Bolsonaro também mencionou, em entrevista, o desejo de que Jair Bolsonaro estivesse presente, expressando apoio à participação do ex-presidente no evento. Disse ainda que pretende apoiar a atuação do pai.
Histórico da marcha
A Marcha para Jesus tem origem na década de 1990, impulsionada por inspirações internacionais. Em 2009, o governo sancionou a inclusão da celebração no calendário oficial. A presença presidencial passou a ocorrer com mais frequência a partir de 2019.
Em 2022, Jair Bolsonaro tornou-se o primeiro presidente a marcar presença na marcha, retomando o formato diante da pandemia de Covid-19. O evento, desde então, mantem o caráter de manifestação religiosa de grande adesão.
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