- Joel Engel, com quase 40 anos de ministério, compartilha lições sobre a comunhão com o Espírito Santo, iniciada em uma cabana de oração no Rio Grande do Sul.
- Há quase 40 anos ele subiu ao monte em Faxinal do Soturno para jejuar e buscar a Deus, mantendo-se mesmo em condições simples.
- O pastor afirma que o segredo não está em obras, mas em dedicar tempo à conversa com Deus e na entrega durante a comunhão com o Espírito Santo.
- Engel relata ter enfrentado processos por curas atribuídas ao seu ministério, período que, segundo ele, ajudou a popularizar a mensagem além do Brasil.
- Ele enfatiza que o segredo do ministério é permanecer no Senhor, sem pressa ou busca por reconhecimento humano, priorizando a presença do Espírito Santo.
Joel Engel completa quase quatro décadas dedicadas à prática da oração com o Espírito Santo, em uma trajetória que começou em uma cabana de oração há cerca de 40 anos. O ministério dele é apresentado como uma história de comunhão contínua com o Espírito, mais do que ações conduzidas por obras.
O pastor relembra que, desde o início, a busca por Deus exigiu paciência e tempo. Ele conta que o encontro chegou após ser levado a subir a um monte em Faxinal do Soturno, no Rio Grande do Sul, para jejuar e buscar direcionamento divino, mesmo em meio a condições simples.
Entre a lona, o frio e a ausência de entretenimento, Engel diz ter aprendido que a verdadeira comunhão pede superar a ansiedade da carne e permanecer no local para ouvir a voz de Deus. O objetivo é estar no alto para receber o comando divino.
Caminho da comunhão
Para ele, o maior risco para quem atua com ministério é agir sem uma orientação clara de Deus. A prática da oração profunda seria necessária para evitar ações motivadas apenas pela busca de dons ou poder, segundo o relato do pastor.
Engel afirma que, ao buscar o Espírito Santo, é fundamental construir uma relação de confiança, mostrando que o interesse está no relacionamento, não apenas no que pode ser recebido. Segundo ele, o coração é colocado à prova nesse processo.
Ele compara o percurso espiritual a uma narrativa bíblica de sacrifício, ressaltando que o espírito do tempo secreto precede ações públicas. O segredo não está em reconhecimento externo, mas na qualidade da comunhão com o Espírito.
A história do ministério dele inclui momentos de oposição e críticas, bem como deslocamentos que ampliaram a divulgação da mensagem. Engel menciona que, no começo, era conhecido apenas como um irmão sem título formal na igreja.
Além do segredo
Mesmo diante de críticas, o pastor afirma que a etapa de segredo foi determinante para o alcance do ministério, com a oração e a presença do Espírito Santo sendo vistas como instrumentos de cura em certa medida.
Ele orienta pregadores a não buscarem apenas visibilidade, enfatizando a importância de foco em Deus, sem pressa para ascender a púlpitos ou buscar reconhecimento humano. A recomendação é manter-se fiel ao relacionamento com Deus.
Enfim, Engel reforça que o segredo da jornada reside em ter pressa de estar com o Espírito Santo, mantendo-se no secreto para que caminhos se abram sem esforço excessivo. A narrativa, segundo ele, é sobre relacionamento e dependência de Deus.
Entre na conversa da comunidade