- O pastor Luiz Sayão informou, via Instagram, que será submetido a uma cirurgia nesta quinta-feira, 11 de junho, em Campinas, SP.
- O procedimento ocorre como desdobramento de sua condição de saúde, com complicações que atingiram a próstata.
- Ele relatou a interrupção temporária de medicamentos importantes para prevenir eventos relacionados a AVCs, além da suspensão de outros suplementos, citando cansaço.
- Sayão já enfrenta sequelas da Covid-19 e de dois AVCs, com alterações neurológicas como fraqueza, dores, dormência e formigamento.
- Por orientação médica, não pode mais realizar voos de longa duração; não expressou revolta por não retornar a Jerusalém e continua atuando publicamente sobre geopolítica e Oriente Médio.
O pastor Luiz Sayão informou que será submetido a uma cirurgia nesta quinta-feira, 11 de junho, em Campinas (SP). O anúncio foi feito via Instagram, onde pediu orações aos seguidores para o procedimento.
Sayão explicou que enfrentará mais um procedimento devido a complicações no seu quadro de saúde. Ele afirmou que o problema atingiu a próstata e que terá a cirurgia bem cedo, em Campinas, pela manhã.
O pastor também desabafou sobre a interrupção temporária de medicamentos importantes para prevenir AVCs, além de suspender alguns suplementos. Ele mencionou sentir cansaço e um momento mais delicado, pedindo orações.
Saúde e histórico
Nos últimos anos, Sayão tem lidado com sequelas da Covid-19 e de dois AVCs. Em entrevista anterior, ele descreveu limitações neurológicas, como fraqueza, dores, dormência e formigamento que passaram a fazer parte de sua rotina.
Segundo ele, o ataque isquêmico provocou desdobramentos no cérebro, dificultando o controle de certas funções. O relato apontou sensações de formigamento e desconfortos persistentes.
O pastor, conhecido por seu conhecimento sobre o Oriente Médio, também informou que, por orientação médica, não pode mais realizar voos de longa duração. Apesar disso, mantém atividades públicas e viagens.
Atuação e perspectivas
Sayão organizou caravanas para Jerusalém ao longo dos anos e, mesmo impedido de retornar à cidade, não relatou ressentimentos com a situação. Em suas aparições recentes, discutiu geografia, política e aspectos bíblicos da região.
Em análises sobre o Oriente Médio, o pastor contestou a ideia de que o Israel atual não guarda relação com o Israel citado nas Escrituras, mantendo um posicionamento crítico sobre conflitos entre Irã, Israel e Estados Unidos.
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