- José Brombal, padre da Diocese de Jundiaí, morreu no dia 4 aos 98 anos (faria 99 em agosto), em Jundiaí, SP; a Catedral Nossa Senhora do Desterro sediou as homenagens.
- Foi pai de doze filhos e teve a casa da família, em momentos, com quatorze pessoas à mesa; deixou filhos, netos e bisnetos.
- Antes de se tornar padre, trabalhou na roça em Vinhedo, serviu no Exército e atuou como marceneiro e carpinteiro.
- Foi ordenado sacerdote em 1995, atuou em diversas parónias e atuou como capelão do Hospital São Vicente de Paulo, visitando pacientes com Covid durante a pandemia.
- Nos seus últimos dias morou na Casa dos Presbíteros e realizou sua última missa ainda lúcido, 20 dias antes de falecer.
Nascido em uma fazenda de Vinhedo, José Brombal viveu uma trajetória marcada pela multiplicidade de funções: da roça ao Exército, da marcenaria à vocação religiosa. Aos 98 anos, morreu no dia 4 de junho, em condições não especificadas, mantendo uma vida dedicada à família e à igreja.
Primogênito de 12 filhos, Brombal deixou a vida rural para a cidade, servindo no Exército após a mudança da família para Jundiaí. Como marceneiro experiente, enfrentou a pós Guerra e seguiu carreira na indústria até a aposentadoria.
###Vida familiar e fé
Casou-se com Olinda e constituiu uma numerosa prole, que hoje soma 23 netos e nove bisnetos. Segundo familiares, ele nunca discutiu com a esposa e foi visto como ponte de conciliação dentro de casa.
Trajetória religiosa
Ficou viúvo em 1986 e entrou para o ministério, sendo ordenado padre em 1995 pelo então bispo de Jundiaí. Atuou em várias paróquias da cidade, inclusive como capelão do Hospital São Vicente de Paulo, durante a pandemia.
Legado e última fase
A Catedral Nossa Senhora do Desterro recebeu homenagens de fiéis duas vezes no dia da morte. Brombal residia na Casa dos Presbíteros, onde celebrou sua última missa, 20 dias antes de partir. Era conhecido pela voz da conciliação em casa extensa.
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