- Durante o Angelus no Vaticano, o Papa Leão XIV comentou a beatificação de Nazareno Lanciotti, realizada em Jauru, Mato Grosso, no sábado (13/6).
- O pontífice afirmou que o missionário foi mártir por defender os pobres em nome do Evangelho.
- A cerimônia em Jauru reuniu mais de 17 mil fiéis, marcando o reconhecimento oficial da Igreja Católica ao sacerdote assassinado em 2001.
- Nazareno Lanciotti chegou a Jauru em 1972, fundou a Paróquia Nossa Senhora do Pilar e denunciou crimes como exploração sexual de menores, prostituição e tráfico de drogas.
- A beatificação foi presidida pelo cardeal João Braz de Aviz, com carta apostólica do Papa Leão XIV, e a notícia foi veiculada pelo Vaticano e pelo RD News, parceiro do Metrópoles.
Durante o Angelus deste domingo (14/6), no Vaticano, o Papa Leão XIV destacou a beatificação de Nazareno Lanciotti, celebrada no sábado (13/6) em Jauru, Mato Grosso. O pontífice afirmou que o missionário italiano foi mártir por defender os pobres em nome do Evangelho. A cerimônia reuniu milhares de fiéis na cidade mato-grossense.
O Papa ressaltou o papel de Lanciotti na evangelização e na promoção da justiça social. Segundo ele, o missionário dedicou sua vida aos mais vulneráveis, defendendo-os em face de injustiças. A fala ocorreu durante a oração do Angelus na Praça São Pedro, transmitida pelos canais oficiais do Vaticano.
A beatificação de Nazareno Lanciotti ocorreu em Jauru, a 406 km de Cuiabá, diante de mais de 17 mil fiéis. O sacerdote foi assassinado em 2001, após trabalhar na região desde 1972, onde fundou a Paróquia Nossa Senhora do Pilar e denunciou crimes como exploração sexual de menores, prostituição e tráfico de drogas. A cerimônia foi presidida pelo cardeal João Braz de Aviz, que leu a carta apostólica oficializando o novo beato.
Nazareno Lanciotti
Nazareno Lanciotti chegou a Jauru em 1972 e desenvolveu uma extensa atuação religiosa e social. Durante a sua missão, empregou a atuação pastoral para denunciar abusos e crimes na região. O assassinato aconteceu dentro de sua residência em 2001, com a morte ocorrendo dias depois. A beatificação foi declarada pela Igreja Católica por meio de autorização do Papa Leão XIV.
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