- O senador Wellington Fagundes (PL-MT) destacou a beatificação do padre Nazareno Lanciotti, ocorrida em 13 de junho em Jauru (MT).
- Fagundes participou da cerimônia, realizada ontem, e disse que a vida e a morte do beato testemunham a verdadeira grandeza espiritual das pessoas.
- Nazareno Lanciotti nasceu em Roma, em 1940, e mudou-se para o Brasil em 1971, dedicando-se à igreja e a atender pessoas em situação de vulnerabilidade.
- Em 2001, ele foi assassinado por dois homens em retaliação ao trabalho pastoral.
- A igreja católica reconheceu, em 2025, a morte de Nazareno Lanciotti como beato por ódio à fé.
Wellington Fagundes (PL-MT) destacou a beatificação do padre Nazareno Lanciotti durante pronunciamento nesta segunda-feira (15). A celebração ocorreu no dia 13 de junho, em Jauru (MT), e contou com a participação do senador. Fagundes ressaltou a vida do beato como exemplo de fé, solidariedade e amor ao próximo.
O beato Nazareno Lanciotti nasceu em Roma, em 1940, e mudou-se para o Brasil em 1971, onde atuou amplamente na Pastoral e no atendimento a populações vulneráveis. A cerimônia de beatificação reconhece sua trajetória de dedicação à igreja e às comunidades que assistiu.
Em 2001, Lanciotti foi assassinado durante uma invasão de sua casa, em retaliação ao trabalho pastoral que realizava. A Igreja Católica reconheceu, em 2025, que a morte ocorreu por ódio à fé, qualificando o caso como martírio.
Contexto
A notícia é apurada pela Agência Senado, com reportagem de Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly. A reprodução é autorizada mediante citação da Agência Senado. A matéria enfatiza o legado de Nazareno Lanciotti e o significado da beatificação para a região de Mato Grosso.
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