- Angel Ortiz começou a traficar drogas entre México e Estados Unidos aos 18 anos, recrutado pelo tio, e passou quatro anos no cartel sem ser pego.
- O jovem ganhou dinheiro e levou vida de excessos até ficar viciado, com risco de morte por rivais e matadores de aluguel.
- Ao frequentar uma igreja no Texas, testemunhos de ex-companheiros de droga o impactaram, levando-o a se entregar a Cristo após visita aos colegas na penitenciária.
- Após se arrepender, ele afirma ter sido libertado da cocaína e do álcool, e que o cartel “entregou” a vida a Deus; ele também diz ter recebido perdão de pessoas que o perseguiam.
- Em dois mil e dezessete, foi enviado como missionário para Cuba, onde plantou duas igrejas, enfrentou monitoramento governamental e continuou o trabalho com apoio da fé.
Angel Ortiz, que atuava no cartel de drogas entre o México e os EUA, deixou o crime após passar pelo que chamou de intervenção espiritual. O relato é feito ao Pilgrim Dispatch News.
Aos 18 anos, ele foi recrutado pelo tio para traficar entre México e Estados Unidos e passou quatro anos no cartel sem ser preso. O estilo de vida envolvia riqueza, violência e riscos constantes.
Com o tempo, Angel passou a frequentar uma igreja no Texas, acompanhando o irmão. Ex-colegas do cartel que foram presos também se converteram ao cristianismo, o que influenciou a decisão dele.
Ao visitar esses ex-companheiros na penitenciária, Angel passou a ser impactado pelos testemunhos de transformação. Ele resolveu entregar a vida a Cristo, segundo o relato.
Depois de ser discipulado, Angel iniciou o serviço religioso em uma igreja local. Em 2017, foi enviado como missionário para Cuba, acompanhado da família, para abrir novas comunidades de fé.
No país caribenho, enfrentou resistências do governo comunista, mas conseguiu mudar-se com a família e estabelecer uma igreja na casa de um treinador de futebol convertido. A igreja cresceu com o tempo.
Angel plantou duas igrejas em cidades cubanas distintas e passou a treinar novos pastores. Em alguns momentos, houve monitoramento com espiões e visitas de policiais ao templo, sem que ele fosse detido.
Ele atribui a proteção divina ao sucesso de seu trabalho missionário, afirmando que houve intervenções que o impediram de ser capturado. O caso, segundo ele, demonstra um milagre de Deus em sua trajetória. Fonte: Pilgrim Dispatch News.
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