- Annieck Elisabeth teve uma infância difícil na Holanda, com uma mãe ateia e um pai não praticante, vivendo uma realidade em que “Deus não existia” em casa.
- Na vida adulta, ela buscou cura emocional por meio da carreira, festas e várias terapias, incluindo práticas ocultistas da Nova Era, Reiki e até uso de psicodélicos.
- Em uma cerimônia com ayahuasca, sentiu intensa dor e, ao clamar por Deus, teve uma experiência em que viu Jesus e ganhou a percepção de ser chamado por Ele.
- Após esse encontro, abandonou o ocultismo, passou a estudar o Evangelho e foi batizada em uma igreja local, entendendo que sua identidade é filha de Deus.
- Ela afirma ter encontrado cura em Jesus e chegou a publicar que Jesus pode quebrar as correntes mesmo para quem começa em lugares sombrios.
Annieck Elisabeth, de origem holandesa, buscou na espiritualidade alternativa a cura emocional que não encontrava. Aos poucos, mergulhou em práticas ocultas, incluindo a Nova Era e terapias como Reiki, além de experiências com psicodélicos.
Durante a busca, ela relatou que a vida adulta lhe trouxe sucesso profissional, mas a vacuidade interna persistia. Entre festas, álcool e consumo de substâncias, tentou várias terapias e métodos espirituais sem alcançar a paz desejada.
Em um momento de crise durante uma cerimônia com chá alucinógeno, Annieck viveu uma experiência que mudou o rumo de sua vida. Segundo relato, houve uma percepção de presença divina que a levou a questionar a natureza de Deus.
Encontro com Jesus e mudança de vida
A seguir, a narrativa aponta para um encontro com Jesus, descrito como uma intervenção que a despertou para uma nova compreensão espiritual. A partir desse momento, a mulher decidiu abandonar práticas ocultistas e dedicar-se aos ensinamentos cristãos, buscando uma identidade alinhada à fé em Cristo.
Ela passou a participar de uma igreja local, foi batizada e começou a estudar a Bíblia, com foco na identidade em Deus. A mudança de trajetória incluiu a rejeição de rituais e elementos da Nova Era.
Desdobramentos e posicionamento
Após a experiência, Annieck enfatizou que a fé em Jesus seria a resposta para as questões profundas que a acompanharam. Em mensagens públicas, ela reforçou a ideia de que a vida espiritual pode ser acessada por meio da oração, da leitura bíblica e da adoração.
A história de transformação ganhou destaque nas redes sociais, onde Annieck compartilhou que a jornada espiritual não depende de práticas mundanas, mas de um relacionamento com Deus através de Jesus. Fontes consultadas indicam que a narrativa foi divulgada via veículos religiosos.
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