- Cardiologista Roque Savioli afirmou, em vídeo nas redes, que a oração pode reduzir o estresse, desacelerar a respiração e promover sensação de paz e bem-estar.
- A prática seria capaz de diminuir o cortisol, reduzir a pressão arterial e fazer o coração desacelerar, além de ativar regiões do cérebro ligadas à regulação emocional.
- Pesquisas citadas apontam mudanças na atividade cerebral durante a oração, com áreas semelhantes às estimuladas por remédios contra a ansiedade, segundo dados de neuroimagem.
- O médico destacou benefícios adicionais, como liberação de dopamina e serotonina, redução da amígdala e aumento de conexões sociais quando a oração é feita em comunidade; estudos indicariam vida em média quatro anos a mais.
- Savioli reforçou que a oração deve ser vista como recurso complementar à medicina, não substituindo tratamentos, e afirmou que vinte minutos diários podem ter efeito equivalente a uma dose baixa de ansiolítico.
O cardiologista Roque Savioli usou as redes sociais para falar sobre os benefícios da oração para a saúde física e emocional. Em vídeo recente, ele afirma que a prática pode reduzir o estresse e promover equilíbrio mental, sem substituir tratamentos médicos.
Savioli ressalta que a oração desacelera a respiração e pode diminuir a frequência cardíaca e a pressão arterial. Ele descreve ganhos não apenas físicos, mas também de bem-estar e paz interior.
O médico aponta que pesquisas de neurociência observam mudanças na atividade cerebral durante momentos de oração, citando imagens de ressonância magnética. O efeito é descrito como diferente de efeitos colaterais de remédios.
Efeitos hormonais e cerebrais
Segundo o cardiologista, a prática está associada à redução de cortisol, hormônio do estresse, e à ativação de regiões envolvidas na regulação emocional. A fala dele cita áreas que regulam o medo e o pensamento racional.
Ele afirma que o córtex pré-frontal é estimulado, o que pode favorecer controle emocional. Além disso, a liberação de dopamina e serotonina é mencionada como benefício, com menor ativação da amígdala.
A oração como recurso complementar
Savioli destaca que a oração não substitui a medicina, mas pode atuar como complemento no manejo da ansiedade e do estresse. Segundo ele, a prática pode oferecer suporte adicional aos tratamentos.
Em relação a efeitos práticos, o médico afirma que 20 minutos de oração diários podem ter impacto semelhante ao de uma dose baixa de ansiolítico, sem efeitos colaterais. Ele incentiva a prática como autocuidado.
Considerações finais
O cardiologista reforça que a espiritualidade não é apenas fé, mas um momento de pausa e cuidado com o próprio bem-estar. Ele convida os seguidores a refletirem sobre seus hábitos espirituais e a considerar a oração como ferramenta de bem-estar.
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