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No México, fãs vestem Jesus com a camisa da seleção

Padre proíbe vestir o Menino Jesus com a camisa da seleção; a devoção migra para o altar central da Catedral do México durante a Copa

Uma estatueta do Menino Jesus vestido com a camisa da seleção mexicana está exposta na Catedral Metropolitana, na Cidade do México, México, onde torcedores visitam e oram para que a seleção avance na Copa do Mundo
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  • No México, uma estátua do Menino Jesus vestiu a camisa da seleção mexicana para a Copa do Mundo de 2026, gerando devoção entre torcedores e fiéis.
  • A prática, que já começou na década de sessenta, ficou famosa durante o mundial de 1970 com o Santo Niño de Atocha, na igreja de Tacuba, quando ganhou roupas do time.
  • O padre da Catedral Metropolitana proibiu a personalização, mas a reação dos fiéis ajudou a difundir a devoção.
  • A imagem passou a ocupar o altar central da Catedral Metropolitana da Cidade do México, ampliando a visibilidade da prática.
  • A expectativa é de que a devoção ajude a popularizar a participação da seleção mexicana na Copa, com torcedores visitando a estátua para pedir vitórias.

Ao México chegou uma história que mistura fé e futebol. O Menino Jesus vestido com a camisa da seleção mexicana ganhou destaque na Copa do Mundo de 2026. A imagem, popular na fé católica local, virou tema de debate entre fiéis e clero.

O caso começou na década de 1960, quando torcedores passaram a vestir santos com roupas de seus clubes. Em 1970, o Santo Niño de Atocha, na igreja de San Gabriel Arcángel, foi fotografado com o uniforme da seleção mexicana, fortalecendo a tradição. A prática ganhou viabilidade e adesão entre torcedores.

Na Cidade do México, a estátua saiu da periferia e passou a ocupar o altar central da Catedral Metropolitana. Padres locais passaram a criticar a prática, proibindo a vestimenta, mas a devoção se espalhou e ganhou visibilidade durante a preparação para a Copa.

Proibição e reação

O padre da igreja rejeitou a continuidade da vestimenta do Menino Jesus com a camisa da seleção. A medida gerou reação entre fiéis, que milita pela manutenção da devoção popular. As reações destoaram da proibição, ampliando a discussão sobre manifestações religiosas.

Desdobramentos na capital

A estátua passou a figurar mais perto do público, com visitas de torcedores e orações pela vitória da seleção. Internautas e imprensa acompanharam a transformação do objeto de culto em símbolo de apoio à equipe nacional durante o torneio. A Copa de 2026 reforçou a presença dessa devoção na capital.

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