- Mark Adams, pastor da Tusculum Church of Christ em Nashville, enfrenta a dysphonia espasmódica, doença neurológica que causa espasmos nas cordas vocais, há mais de dois anos.
- Os sintomas começaram no fim de 2023, com voz ficando tensa, desafinada e com quebra ao falar sob estresse; o diagnóstico inicial foi disfonia por tensão muscular.
- Exames não identificaram câncer; houve tratamento com fonoaudiologia por seis meses em 2024, mas os benefícios foram temporários e os episódios de espasmo retornaram.
- Em tratamento, Adams utiliza a combinação de terapias vocais e injeções de Botox a cada trimestre; a primeira aplicação ocorreu em um horário viável após a consulta no Vanderbilt.
- Hoje, ele continua recebendo injections regulares, participa de um grupo de apoio à disfonia em Nashville e continua a pregar, com voz mais estável, mantendo foco na fé.
Mark Adams, pastor da Tusculum Church of Christ em Nashville, luta há mais de dois anos com uma disfunção neurológica que dificulta a fala. Em meio a orações e serviços, ele busca manter o pulso da igreja sem que o discurso falhe.
Os primeiros sinais apareceram no final de 2023, cerca de um ano após sua chegada à igreja. O distúrbio provocou queixas de voz áspera, com entonação que se prendia ou travava sob estresse.
A avaliação inicial, feita por meio de laringoscopia, não apontou câncer. A hipótese anterior foi de distonia muscular da faringe, que afeta a emissão vocal. O pastor iniciou seis meses de fonoaudiologia em 2024, com melhora temporária.
Tratamento e evolução
Entre 2024 e 2025, Adams manteve sessões regulares de exercícios vocais e prática diária, especialmente aos sábados, para sustentar a voz no culto dominical. O pastor passou a usar ferramentas tecnológicas para ajustar a emissão e planejar os sermões.
Como parte do tratamento, Adams passou por injeções trimestrais de Botox. A partir do primeiro procedimento, houve melhora perceptível na fluidez da fala, ainda que a intensidade vocal não tenha voltado ao anterior.
Acompanhamento e contexto
A família, especialmente a esposa Carolina e os filhos, acompanhou de perto o isolamento vocálico nos momentos de culto. O pastor participa também de um grupo de apoio à disfonia em Nashville, promovido pela própria igreja, reunindo quem enfrenta transtornos vocais.
Hoje, Adams continua recebendo Botox trimestralmente para prevenir espasmos e manter a capacidade de pregar na maioria dos domingos. A missão pastoral permanece, mesmo com a voz não mais sendo a mesma de antes.
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