- Durante ação evangelística em prisão feminina nos EUA, uma mulher se rendeu a Jesus e decidiu ser batizada, conduzindo um momento de louvor.
- O batismo ocorreu em uma banheira improvisada; antes, a mulher disse que seria liberada em 14 dias.
- Após o batismo, ela recebeu o microfone e levou toda a prisão a adorar, com detentas e voluntários presentes.
- O ministério God Behind Bars atua desde 2009 e já alcançou mais de um milhão de presidiários com o Evangelho; estima-se que noventa e dois por cento serão libertados e setenta e cinco por cento retornarão à prisão em três anos.
- A organização afirma que oferece suporte nos aspectos físico, espiritual e relacional, buscando conectar detentos e famílias à fé e promover recuperação de traumas e vícios.
Durante uma ação evangelística em uma prisão feminina nos Estados Unidos, uma mulher se converteu a Jesus e decidiu ser batizada, conduzindo um momento de louvor entre as detentas. O batismo ocorreu em uma banheira improvisada dentro do presídio, promovido pelo ministério prisional God Behind Bars.
Antes de ser batizada, a voluntária manifestou desejo de ser batizada aos 14 dias de sua liberação, segundo relato da assessoria do projeto. Em seguida, ela recebeu o primeiro passo da cerimônia enquanto o grupo cantava um louvor, e confirmou a fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador diante das presentes.
Após o batismo, a mulher recebeu o microfone e passou a liderar o momento de adoração com as demais detentas e voluntários. O ambiente na prisão se encheu de cânticos, lágrimas e expressões de fé, segundo a organização.
God Behind Bars atua desde 2009, articulando parcerias com igrejas para transformar a vida de presidiários e de suas famílias. A organização afirma ter alcançado mais de 1 milhão de detentos com o Evangelho. A maioria dos presos deve retornar à sociedade em algum momento, estimam, com cerca de 75% prevendo retornar à prisão em até três anos.
A entidade descreve uma abordagem de três etapas, enfatizando necessidades físicas, espirituais e relacionais. O objetivo é oferecer acesso direto ao Evangelho, ajudar na cura de traumas e no enfrentamento de vícios, além de fortalecer vínculos familiares e a autoestima dos detentos.
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