Jorge Martín Almoguera, atual campeão do mundo de MotoGP, inicia sua jornada como piloto oficial da Aprilia em Milão, enfrentando o desafio de levar a marca às primeiras posições. “É uma grande responsabilidade e fonte de motivação”, afirma o piloto de 26 anos, que reconhece o potencial da Aprilia em competir com a Ducati, apesar […]
Jorge Martín Almoguera, atual campeão do mundo de MotoGP, inicia sua jornada como piloto oficial da Aprilia em Milão, enfrentando o desafio de levar a marca às primeiras posições. “É uma grande responsabilidade e fonte de motivação”, afirma o piloto de 26 anos, que reconhece o potencial da Aprilia em competir com a Ducati, apesar de um histórico de orçamento mais modesto. A situação econômica da KTM e o desempenho das fábricas japonesas favorecem a Aprilia como principal concorrente da Ducati.
Martín, que teve um desempenho notável no ano passado com 32 pódios em 39 corridas, busca liderar a evolução técnica da Aprilia, que ainda carece de consistência. “Jorge está muito motivado e preparado para se manter no topo”, elogia Max Biaggi, ex-piloto e embaixador da marca. A Aprilia, que possui 19 títulos em categorias menores, ainda não conquistou um Mundial na categoria principal, mas já obteve quatro vitórias desde 2022.
Em 2024, a Aprilia foi a única equipe a interromper a sequência de vitórias da Ducati, que dominou 19 das 20 corridas. “Para chegar ao topo, é preciso dar passos sólidos”, diz Martín, que espera que 2026 seja o ano da revalidação do título. A história da Ducati ilustra a paciência necessária para projetos vencedores, tendo demorado anos para conquistar seus primeiros títulos.
A equipe da Aprilia também passou por mudanças, incluindo a adição de Marco Bezzecchi, de 26 anos, ao lado de Martín. “Ter ele ao meu lado é uma grande vantagem”, afirma Bezzecchi, que já conquistou três vitórias na MotoGP. Massimo Rivola, responsável pela Aprilia Racing, destaca que “os resultados até agora não são suficientes”, enfatizando a determinação da equipe em buscar mais conquistas. Para Martín, carregar o número um é um orgulho e uma motivação para continuar lutando por mais títulos.
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