O Bahia se prepara para enfrentar o Barcelona de Ilhéus em um jogo que pode garantir sua vaga na semifinal do Campeonato Baiano. No entanto, o clima no clube está tenso após o atacante Ademir ter sido alvo de ataques racistas e ameaças direcionadas à sua família. O clube emitiu uma nota de repúdio, destacando […]
O Bahia se prepara para enfrentar o Barcelona de Ilhéus em um jogo que pode garantir sua vaga na semifinal do Campeonato Baiano. No entanto, o clima no clube está tenso após o atacante Ademir ter sido alvo de ataques racistas e ameaças direcionadas à sua família. O clube emitiu uma nota de repúdio, destacando que está oferecendo suporte jurídico ao jogador para que os responsáveis sejam identificados e punidos.
Ademir, em um desabafo nas redes sociais, relatou que seu número de telefone foi divulgado em grupos de torcedores, resultando em uma onda de mensagens ofensivas e ameaças. Ele afirmou que os ataques evoluíram para racismo, incluindo ofensas diretas, como ser chamado de “macaco”. O jogador enfatizou que a rivalidade no futebol não deve ultrapassar os limites do respeito e da segurança.
O atacante também esclareceu que as provocações que geraram os ataques foram baseadas em uma “mentira” que viralizou nas redes sociais. Ademir se posicionou contra a normalização de tais comportamentos, afirmando que o futebol deve ser um espaço de paixão e rivalidade, mas nunca de violência e preconceito. Ele já está tomando as medidas legais necessárias para que os agressores sejam responsabilizados.
A nota oficial do Bahia reforça que “rivalidade é algo muito diferente das manifestações com teor agressivo e que configuram crime”, sublinhando a importância de combater o racismo e proteger a integridade dos atletas. O clube se comprometeu a continuar apoiando Ademir em sua luta contra o preconceito.
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