Em 2024, o artista plástico Washington Jorge, natural de Arco Verde-PE e residente em Campina Grande, teve sua vida salva por uma campanha de doação de sangue promovida pelo Treze. Ele enfrentou uma grave dengue hemorrágica e necessitou de várias bolsas de plaquetas. Apesar de não ser fã de futebol, sua filha, Wislla Brenda, torcedora […]
Em 2024, o artista plástico Washington Jorge, natural de Arco Verde-PE e residente em Campina Grande, teve sua vida salva por uma campanha de doação de sangue promovida pelo Treze. Ele enfrentou uma grave dengue hemorrágica e necessitou de várias bolsas de plaquetas. Apesar de não ser fã de futebol, sua filha, Wislla Brenda, torcedora do Treze, mobilizou amigos para ajudar na doação, mas foi surpreendida ao descobrir que a campanha do clube já havia abastecido o Hemocentro local.
Washington foi internado após apresentar sintomas graves da doença, como febre e dor nas articulações. “Minhas plaquetas baixaram bruscamente e eu já fiquei internado”, relatou. A situação se tornou crítica, mas a mobilização do Treze, idealizada pelo departamento de marketing, garantiu que houvesse sangue suficiente disponível. Cláudio Lucena, diretor de marketing do clube, destacou a importância de campanhas de responsabilidade social, afirmando que o Treze tem o dever de mobilizar a comunidade em momentos de necessidade.
Após receber oito bolsas de plaquetas, a recuperação de Washington foi rápida. “Quando o Hemocentro falou que não precisaria, lembramos de imediato da campanha do Treze,” disse Wislla, expressando sua gratidão. O Treze convidou Washington para visitar o Presidente Vargas, onde ele conheceu as instalações do clube e recebeu uma camisa como presente. Agora, Washington se considera um verdadeiro torcedor do Treze, afirmando: “Agora sim, trezeano de coração e também de sangue.”
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