A maratona de Pyongyang voltou a acontecer no dia 6 de outubro de 2025, após seis anos sem ser realizada. O evento celebra o aniversário de Kim Il-sung, o fundador da Coreia do Norte, e contou com a participação de cerca de 400 corredores, incluindo 200 estrangeiros, segundo a agência Koryo Tours. A corrida começou no Estádio Kim Il-sung e o trajeto passou por locais famosos da cidade, sempre sob a vigilância do governo. Essa maratona é uma das poucas oportunidades que estrangeiros têm para interagir com os habitantes locais, embora com muitas restrições. A última edição ocorreu em 2019, antes do fechamento das fronteiras por causa da pandemia de Covid-19, e teve quase mil corredores de fora. O número menor de participantes em 2025 mostra que as regras de entrada no país ainda são rigorosas. A realização da maratona não significa que o regime está se abrindo mais, mas sim que o governo usa o esporte como uma forma de propaganda e diplomacia. O evento também faz parte das celebrações do “Dia do Sol”, que comemora o nascimento de Kim Il-sung.
A maratona de Pyongyang, na Coreia do Norte, foi retomada em seis de outubro de 2025, após uma pausa de seis anos. O evento, que celebra o nascimento de Kim Il-sung, fundador do país, contou com a participação de cerca de 400 corredores, sendo aproximadamente 200 estrangeiros, conforme informações da agência Koryo Tours.
A corrida teve início no Estádio Kim Il-sung e o percurso levou os atletas por pontos emblemáticos da capital, sob a vigilância do regime. Este evento é considerado o maior evento esportivo internacional promovido pelo governo e uma das raras oportunidades para estrangeiros interagirem com os locais, embora sob controle rigoroso.
A última edição da maratona ocorreu em 2019, antes do fechamento das fronteiras devido à pandemia de Covid-19, e contou com a participação de quase mil corredores ocidentais. O número reduzido de inscritos em 2025 reflete as restrições ainda em vigor para a entrada de visitantes no país.
A retomada da maratona não indica uma abertura mais ampla do regime, mas reforça a estratégia do governo de utilizar o esporte como ferramenta de diplomacia e propaganda. O evento também faz parte das celebrações do “Dia do Sol”, em quinze de abril, data que marca o nascimento de Kim Il-sung.
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