O Intercolegial, uma competição estudantil do Rio de Janeiro, completará 43 anos em 2025 e vai aumentar de sete para doze modalidades, incluindo disputas paralímpicas. O evento, promovido pelo Sesc-RJ e organizado pelo GLOBO, é conhecido por transformar vidas. Atletas como Beatriz Braga Lopes, que ganhou três medalhas de ouro no judô, destacam como o esporte ajudou em sua formação pessoal e profissional. Giullia Penalber, atleta olímpica de wrestling, também fala sobre as oportunidades que o Intercolegial trouxe. Gustavo Faria Martins, que conquistou quatro medalhas de ouro na natação e duas no xadrez, passou de aluno de escola pública a bolsista em um colégio de elite, mostrando o impacto positivo do evento. Laura Cândido de Paulo relembra a emoção de vencer no tênis de mesa e o legado familiar que carrega. Michele Cavallini e seu filho Lucas também vivenciaram a transformação através do esporte, com Lucas se destacando no caratê. Com a chegada de novas gerações, o Intercolegial continua a ser um importante espaço de oportunidades para jovens atletas.
O Intercolegial, competição estudantil tradicional do Rio de Janeiro, completará quarenta e três anos em 2025. O evento, promovido pelo Sesc-RJ e organizado pelo GLOBO, expandirá de sete para doze modalidades, incluindo disputas paralímpicas, destacando histórias de superação entre os participantes.
Atletas como Beatriz Braga Lopes, que conquistou três medalhas de ouro no judô, relatam como o esporte moldou suas vidas. Para ela, o judô foi fundamental para sua formação acadêmica e profissional. Giullia Penalber, atleta olímpica de wrestling, também enfatiza a importância do Intercolegial, que proporcionou oportunidades e aprendizado sobre vitórias e derrotas.
A trajetória de Gustavo Faria Martins, que passou de aluno de escola pública a bolsista em colégio de elite, ilustra o impacto do evento. Ele conquistou quatro medalhas de ouro na natação e duas no xadrez, aplicando a disciplina esportiva em seus estudos. Laura Cândido de Paulo, campeã de tênis de mesa, relembra a emoção de sua vitória e o legado familiar que carrega.
O Intercolegial também é uma experiência transformadora para famílias, como a de Michele Cavallini e seu filho Lucas, que encontrou no caratê uma forma de se expressar. Com novas gerações se preparando para o evento em 2025, o Intercolegial continua a ser um catalisador de mudanças e oportunidades na vida de jovens atletas.
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