Daniel Nascimento, recordista sul-americano da maratona, foi suspenso por cinco anos pela Unidade de Integridade do Atletismo (AIU) após testar positivo para três substâncias proibidas. A suspensão é retroativa a julho de 2024, e todos os seus resultados desde essa data foram anulados. Ele testou positivo para drostanolona, metenolona e nandrolona, que são hormônios anabolizantes. Embora a pena máxima para doping seja de quatro anos, a AIU considerou que houve agravantes no caso, mas Nascimento teve um ano de redução na suspensão por admitir a violação. Ele foi o primeiro brasileiro a se classificar para as Olimpíadas de Paris na maratona masculina, alcançando o índice olímpico em abril de 2023. Após a divulgação do doping, sua equipe afirmou que ele enfrenta problemas mentais, mas o atleta não se pronunciou desde então.
A Unidade de Integridade do Atletismo (AIU) anunciou nesta quarta-feira a suspensão de Daniel Nascimento, recordista sul-americano da maratona, por cinco anos. O atleta, de 26 anos, testou positivo para três substâncias proibidas em exames realizados fora de competições, às vésperas das Olimpíadas de Paris.
A suspensão é retroativa a 15 de julho de 2024, e todos os resultados de Nascimento desde essa data foram anulados. Ele não poderá competir novamente até julho de 2029. O atleta foi flagrado pelo uso de drostanolona, metenolona e nandrolona, hormônios anabolizantes da classe S1, que são precursores da testosterona.
A AIU, entidade independente da World Athletics, considerou que houve circunstâncias agravantes no caso, pois Nascimento não conseguiu comprovar uso não intencional das substâncias. Embora a pena máxima para doping seja de quatro anos, a suspensão foi ampliada devido a essas circunstâncias. Contudo, o atleta teve uma redução de um ano na pena por ter admitido a violação do código antidopagem.
Nascimento foi o primeiro brasileiro a garantir a classificação para as Olimpíadas de Paris na maratona masculina, alcançando o índice olímpico em abril de 2023, em Hamburgo. Um teste surpresa realizado no dia 4 de julho revelou a presença das substâncias proibidas. A equipe do atleta se manifestou, alegando que ele enfrenta traumas e problemas mentais, pedindo empatia para sua recuperação. Desde então, Nascimento não se pronunciou sobre o caso.
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