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Expedição refaz jornada de Hans Staden e destaca mudanças no litoral paulista e fluminense

Expedição "Hans Staden 500" refaz jornada histórica em julho, abordando mudanças socioambientais entre São Paulo e Rio de Janeiro.

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Hans Staden, um aventureiro alemão, foi capturado pelos tupinambás em 1554 e escreveu um livro em 1557 sobre suas experiências no Brasil. Para comemorar os 500 anos de sua jornada, uma expedição chamada “Hans Staden 500” irá refazer seu trajeto em julho, com remadores do Clube de Regatas Bandeirante. Eles percorrerão mais de 200 quilômetros entre São Paulo e Rio de Janeiro, passando por locais descritos no livro de Staden. A expedição terá cobertura nas redes sociais e resultará em um minidocumentário, um minilivro fotográfico digital, uma exposição de fotos e palestras. A viagem começará no Forte São João, em Bertioga, onde Staden trabalhou como artilheiro. Ele ficou em cativeiro por nove meses até ser libertado. O projeto também abordará as mudanças socioambientais na região e os esforços para recuperar a fauna e flora locais, além da situação dos povos indígenas e da presença de pessoas negras na área. Os remadores usarão barcos modernos, chamados Coastal, que são adaptados para o mar. A expedição é patrocinada pela Autoridade Portuária de Santos e conta com apoio do Governo Federal e da Marinha do Brasil.

Hans Staden, um aventureiro alemão, será relembrado em uma expedição que refaz sua viagem histórica de 1554. O projeto “Hans Staden 500” ocorrerá em julho, com remadores do Clube de Regatas Bandeirante, percorrendo mais de 200 quilômetros entre São Paulo e Rio de Janeiro.

A expedição começará no Forte São João, em Bertioga, onde Staden foi capturado pelos tupinambás. Durante três dias, os atletas navegarão por pontos descritos em seu famoso livro, publicado em 1557, que documentou os hábitos dos povos indígenas e a natureza do Brasil.

Além de reviver a jornada, o projeto abordará as mudanças socioambientais na região ao longo dos séculos. A iniciativa visa destacar os impactos da ocupação humana e os esforços recentes para a recuperação da fauna e flora locais. Também será discutida a situação atual dos povos originários e a presença histórica de pessoas negras na área.

A expedição será acompanhada de uma cobertura online e resultará em um minidocumentário, um minilivro fotográfico digital e uma exposição itinerante. O evento é patrocinado pela Autoridade Portuária de Santos (APS) e conta com apoio do Ministério dos Portos e Aeroportos e do Governo Federal. A Marinha do Brasil atuará como consultora técnica, e empresas de turismo e produção de conteúdo participarão da logística e segurança da viagem.

O projeto “Hans Staden 500” não apenas celebra a história, mas também promove a conscientização sobre a importância da preservação ambiental e cultural na região.

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