Nesta semana, Natal, no Rio Grande do Norte, recebe uma etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe, que já teve 14 etapas e mais de 1.600 inscrições. O evento não é apenas uma competição, mas também promove ações sociais e ambientais, além de entretenimento. O Banco do Brasil e a World Surf League (WSL) renovaram a parceria para continuar apoiando o surfe no Brasil. O circuito, que é a maior competição de surfe da América Latina, já teve um aumento no número de inscrições, passando de 346 em 2022 para 565 em 2024. Este ano, o calendário inclui cinco eventos, com a etapa de Natal e outras programadas para os próximos meses. Além das competições, o circuito gera empregos temporários e beneficia a economia local, com atrações gratuitas e ações ambientais, como o plantio de mudas e coleta de lixo. O evento também apoia ONGs e projetos sociais, como o que ajuda famílias em situação de rua. A estrutura oferecida aos atletas é elogiada, e a cultura local é valorizada com a arte dos pôsteres do evento. Shows e atividades recreativas também fazem parte da programação, tornando o evento uma experiência completa para o público.
Nesta semana, Natal, no Rio Grande do Norte, sedia uma etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe, reunindo atletas de várias partes do mundo. O evento, que já conta com 14 etapas e mais de 1.600 inscrições, vai além da competição, promovendo ações sociais e ambientais.
A Brazilian Storm, que elevou o Brasil ao topo do surfe mundial na última década, é um dos pilares do evento. Para manter esse fenômeno, é essencial investir em infraestrutura e apoiar as comunidades locais. A parceria entre a World Surf League (WSL) e o Banco do Brasil foi renovada, garantindo a continuidade de iniciativas bem-sucedidas no esporte por mais três temporadas.
O circuito, que se consolidou como a maior competição de surfe da América Latina, já teve 278 atletas estreantes no profissional. O Brasil lidera com 606 participantes, e surfistas de 14 países competem em solo nacional. O crescimento das inscrições é notável: em 2022, foram 346 atletas, aumentando para 553 em 2023 e 565 em 2024.
Impacto Social e Ambiental
Além da competição, o circuito gera empregos e movimenta a economia local. Na etapa anterior, em Maresias, mais de 200 empregos temporários foram criados. O evento também oferece atrações gratuitas, como shows e oficinas, beneficiando o público e a comunidade.
As ações ambientais são um destaque. Em 2024, mais de 3.700 pessoas participaram de atividades sustentáveis, como plantio de mudas e coleta seletiva. O circuito apoia 35 ONGs e projetos locais, promovendo a inclusão social e a preservação ambiental.
A estrutura oferecida aos atletas inclui salas de fisioterapia e áreas de lazer. O presidente da WSL na América Latina, Ivan Martinho, enfatiza que o circuito gera entretenimento e traz um legado importante com suas ações sociais e ambientais. O Banco do Brasil, por meio de seu gerente executivo, Maurício Toledo, reforça a importância de fomentar novos talentos e fortalecer a conexão com o público.
Com iniciativas como o Circuito Banco do Brasil de Surfe, o Brasil demonstra que é possível manter um alto nível competitivo, revelar novos talentos e transformar comunidades.
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