Durante a etapa de Margaret River do Circuito Mundial de Surf, um golfinho apareceu inesperadamente na água, surpreendendo os surfistas Cole Houshmand e Griffin Colapinto durante a bateria. O golfinho se juntou à disputa quando faltavam menos de oito minutos para o fim. Além disso, apenas dois brasileiros, Miguel Pupo e João Chianca, conseguiram avançar para as oitavas de final, entre os oito representantes do Brasil na competição. No ano passado, também houve momentos marcantes com a presença de animais marinhos, como quando a campeã Gabriela Bryan surfou perto de golfinhos e o brasileiro Italo Ferreira teve um encontro próximo com um animal que ele pensou ser um tubarão.
A etapa de Margaret River do Circuito Mundial de Surf da World Surf League (WSL) teve um momento inusitado nesta terça-feira, quando um golfinho se juntou aos surfistas durante a bateria entre Cole Houshmand e Griffin Colapinto. O animal apareceu a menos de oito minutos do fim da disputa, proporcionando um espetáculo inesperado nas águas australianas.
Além do golfinho, a competição contou com a presença de outros surfistas, como o italiano Leonardo Fioravanti e o havaiano Ian Gentil, que estavam na água para a bateria seguinte. A interação entre os surfistas e a vida marinha não é novidade em Margaret River, que já viu outros momentos semelhantes em edições passadas.
Miguel Pupo e João Chianca foram os únicos brasileiros a avançar para as oitavas de final, em um dia que contou com a participação de oito surfistas do Brasil. A presença do golfinho durante a competição reforça a conexão entre o esporte e a natureza, algo que tem sido uma marca registrada da etapa.
Em abril do ano passado, a campeã Gabriela Bryan também teve um encontro próximo com animais marinhos durante a final feminina. A etapa de Margaret River continua a ser um palco de emoções, tanto nas ondas quanto nas interações com a fauna local.
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