Por mais de uma década, a Bélgica teve uma das seleções mais talentosas do mundo. A chamada “geração belga” reuniu jogadores decisivos em grandes clubes da Europa, como Kevin De Bruyne, Eden Hazard, Romelu Lukaku, Thibaut Courtois, Vincent Kompany e Jan Vertonghen. No papel, era um time pronto para brigar por títulos. Na prática, virou […]
Por mais de uma década, a Bélgica teve uma das seleções mais talentosas do mundo. A chamada “geração belga” reuniu jogadores decisivos em grandes clubes da Europa, como Kevin De Bruyne, Eden Hazard, Romelu Lukaku, Thibaut Courtois, Vincent Kompany e Jan Vertonghen.

No papel, era um time pronto para brigar por títulos. Na prática, virou uma das maiores histórias de “quase” do futebol recente.
O auge veio em 2018
O melhor momento dessa geração aconteceu na Copa do Mundo de 2018, na Rússia. A Bélgica eliminou o Brasil nas quartas de final, chegou à semifinal e terminou o torneio em terceiro lugar, sua melhor campanha em Copas.

A derrota para a França na semifinal, porém, marcou o ponto de virada. Aquela parecia ser a grande chance de transformar talento em taça. A França venceu por 1 a 0 e, dias depois, ficou com o título mundial.
Muito talento, pouca conquista
Depois de 2018, a expectativa continuou alta, mas os resultados começaram a frustrar. Na Euro 2020, disputada em 2021, a Bélgica caiu nas quartas de final para a Itália, que também acabaria campeã do torneio.

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Na Copa do Mundo de 2022, veio o maior baque. A seleção belga foi eliminada ainda na fase de grupos, atrás de Marrocos e Croácia. A queda marcou simbolicamente o fim da geração que prometia dominar o futebol mundial.
O fim de uma era
A geração belga não fracassou por falta de jogadores. O problema foi transformar nomes fortes em um time campeão nos momentos decisivos. Em 2018, parou na campeã França. Em 2021, caiu para a campeã Itália. Em 2022, já envelhecida, não conseguiu sequer avançar de fase.
A Euro 2024 reforçou a sensação de encerramento. A Bélgica caiu nas oitavas de final para a França, em mais uma eliminação frustrante para uma equipe que passou anos entre as favoritas.

No fim, a geração de De Bruyne, Hazard, Lukaku e Courtois será lembrada como a mais talentosa da história da Bélgica. Mas também como uma seleção que teve futebol, estrelas e expectativa, só não teve o título que precisava para virar lenda.
A história da Bélgica mostra como o favoritismo não garante título. E é exatamente esse tipo de imprevisibilidade que faz a Copa do Mundo ser tão difícil de prever.
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