- A Fifa, em parceria com autoridades dos Estados Unidos, México e Canadá, criou um protocolo rígido para chuvas fortes e tempestades na Copa do Mundo de 2026, já utilizado parcialmente na Copa do Mundo de clubes do ano passado.
- O protocolo pode ser adotado já na abertura, entre México e África do Sul, caso haja condições climáticas adversas.
- Em caso de tempestade, um alerta determina se há raios em um raio de 13 a 16 quilômetros do estádio; se confirmado, atletas deixam o campo e o público é orientado a buscar áreas seguras.
- Após a retirada, um cronômetro vai marcar 30 minutos para observar a retomada; se não houver raios, há aquecimento e reinício; se houver raios, somam-se mais 30 minutos.
- Alguns estádios contam com cobertura, o que ajuda na continuidade, mas a decisão final cabe ao árbitro, em discussão com o diretor da partida, conforme a situação climática.
A FIFA, em conjunto com as autoridades dos Estados Unidos, México e Canadá, instituiu um protocolo rígido para chuvas intensas e tempestades nos jogos da Copa do Mundo de 2026.
A medida já havia sido adotada na Copa do Mundo de clubes, na temporada passada, e pode entrar em vigor já na abertura, entre México e África do Sul. Meteorologistas sugerem que a chuva torrencial com raios pode ocorrer próximo ao início da partida.
O protocolo define ações em caso de tempestade: alerta para raios em um raio de 13 a 16 quilômetros do estádio, com retirada de campo e orientação aos torcedores para áreas seguras.
Após a retirada, um cronômetro inicia em 30 minutos para avaliar a retomada. Caso não haja raios, aquece-se o time para o reinício; com raios, contam-se mais 30 minutos adicionais.
Detalhes do protocolo
Alguns estádios contam com cobertura, o que facilita a continuidade das partidas. No entanto, a decisão não cabe à administração, mas ao árbitro, que, em conjunto com o diretor da partida, poderá determinar a continuidade no meio do jogo. A regra vale tanto para calor intenso quanto para chuvas fortes, granizo e situações similares.
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