A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo para a Noruega encerrou um ciclo e abriu uma pergunta inevitável: como será o Brasil daqui a quatro anos? Com Neymar e Casemiro fora de cena, e nomes como Alisson, Marquinhos e Danilo também improváveis para 2030, a Seleção precisará se reinventar. No ataque, a […]
A eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo para a Noruega encerrou um ciclo e abriu uma pergunta inevitável: como será o Brasil daqui a quatro anos? Com Neymar e Casemiro fora de cena, e nomes como Alisson, Marquinhos e Danilo também improváveis para 2030, a Seleção precisará se reinventar.
No ataque, a base já está formada. Endrick chegaria à Copa de 2030 com 24 anos e deve consolidar a camisa 9 que ainda busca dono. Vinicius Júnior e Rodrygo teriam 29 anos cada, ainda no auge, e Estêvão, hoje com 19, pode ser o grande nome técnico da geração com 23. Rayan, Igor Thiago, Matheus Cunha, Savinho e Vitor Roque podem completar um setor que, ao contrário do resto do time, não precisa ser construído do zero.
No meio, a transição é mais delicada. Bruno Guimarães chegaria aos 32 anos ainda como referência, mas a renovação deve passar por Andrey Santos, João Gomes e jovens como Breno Bidon. Com a saída de Casemiro, a disputa pela vaga de volante será uma das mais abertas do próximo ciclo.
A defesa é onde a renovação será mais profunda. Bento, terceiro goleiro em algumas convocações de Ancelotti, poderia assumir a titularidade e chegaria com 30 anos em plena maturidade. Gabriel Magalhães, Vitor Reis e Beraldo emergem como candidatos à zaga, enquanto Wesley e Kaiki Bruno disputam as laterais com os remanescentes do ciclo atual. É o setor que mais exige trabalho e que mais depende do que acontecerá nos próximos quatro anos no futebol europeu.
De todas as formas, dessa vez Ancelotti terá o ciclo completo de quatro anos para avaliar, implementar filosofias e preparar a Seleção na busca pelo hexa.
Entre na conversa da comunidade