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Pokémon Company responde à controvérsia após desqualificar jogador por pop-off

Pokémon Company mantém punição a Firestar73 por suposto pop-off, afirmando que ações que disruptam o jogo afetam a integridade competitiva do torneio

© The Pokémon Company
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  • Firestar73 teve a vitória no torneio de Orlando retirada por suposta celebração “antidesportiva” e a decisão não será revertida.
  • A Pokémon Company publicou uma declaração, sem citar nomes, mencionando Firestar e Makani, jogador de Pokémon TCG que também foi punido por deixar os headphones sobre o tabuleiro.
  • A posição oficial cita o conceito de “game state” do jogo de cartas, que envolve tudo o que está em jogo, e afirma que perturbar o posicionamento das cartas pode significar derrota.
  • Makani diz ter recebido orientação de juízes de que a ação era “perigosa”, mas nega ter sido informado de que a punição decorreu de perturbação do estado de jogo; afirmou ainda que não pôde recorrer.
  • Firestar afirma que havia um aviso prévio por bater e sacudir a mesa durante a partida; a empresa sustenta que o incidente interrompeu a transmissão e que a decisão permanece, defendendo o respeito aos juízes.

O The Pokémon Company (TPC) respondeu à controvérsia envolvendo a derrota de Firestar73 em um torneio competitivo de Pokémon Go, realizado em Orlando. A decisão de retirar a vitória foi mantida, após a divulgação de que o pop-off do jogador foi considerado antidesportivo. A empresa afirmou que não irá reverter a punição.

A polêmica se arrastou por semanas após fãs cobrarem uma retratação nas redes sociais oficiais da TPC. A controvérsia envolve também Makani, jogador de Pokémon Trading Card Game, que recebeu penalidade no mesmo evento por supostamente ter derrubado os fones de ouvido sobre a mesa, o que, segundo o regulamento, pode impactar o estado do jogo.

Detalhes da resposta da empresa

A TPC não divulgou nomes de jogadores ao mencionar os incidentes, mas confirmou que Firestar recebeu uma advertência anterior ao episódio viral, por supostamente agitar a mesa durante a partida. A empresa aponta que o termo utilizado no regulamento refere-se ao estado do jogo, que abrange mãos, cartas em jogo e outros elementos que, se alterados, podem determinar a perda.

Makani relatou aos veículos de imprensa que foi informado por juízes de que sua ação era considerada perigosa, mas ele nega ter sido informado de que a penalidade decorreu de uma interrupção no estado do jogo. Também afirma não ter tido direito a recurso.

A nota da TPC sustenta que a decisão visa manter a integridade competitiva, destacando que celebrações de vitórias são permitidas, desde que não haja interrupção do jogo ou impacto negativo na transmissão. A empresa disse que espera tratamento igual aos juízes e reforçou o interesse em transparência, sem indicar mudanças na política atual.

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