A WNBA está investigando comentários racistas feitos contra a jogadora Angel Reese durante uma partida entre Chicago Sky e Indiana Fever. O incidente ocorreu no contexto da política “No Space for Hate”, que visa combater o ódio nas arenas e online. A liga condenou o racismo, afirmando que não há espaço para isso em sua organização ou na sociedade. O Sindicato das Jogadoras também se manifestou, considerando os comentários inaceitáveis e pedindo uma investigação detalhada. O presidente do Chicago Sky, Adam Fox, afirmou que o clube apoia a investigação e quer proteger suas atletas, enquanto o Indiana Fever está colaborando com a liga para garantir um ambiente seguro. Apesar da derrota do Chicago Sky por 93 a 58, Reese teve um bom desempenho, com 12 pontos e 17 rebotes. A situação representa um desafio para a política “No Space for Hate”, que inclui medidas de segurança e apoio às jogadoras. A jogadora A’ja Wilson destacou a importância de ações concretas para garantir respeito às atletas.
A WNBA abriu uma investigação sobre comentários racistas direcionados à jogadora Angel Reese durante a partida entre Chicago Sky e Indiana Fever, realizada no último sábado, 17. O incidente, que ocorreu no contexto da política “No Space for Hate”, visa combater o ódio nas arenas e online.
Em um comunicado oficial, a liga expressou sua veemente condenação ao racismo, afirmando que “o ódio e a discriminação não têm lugar em nossa liga ou na sociedade”. O Sindicato das Jogadoras (WNBPA) também se manifestou, classificando os comentários como “absolutamente inaceitáveis” e expressando confiança em uma investigação minuciosa.
O presidente do Chicago Sky, Adam Fox, declarou que o clube apoia a investigação e se compromete a proteger suas atletas. O Indiana Fever, por sua vez, afirmou estar colaborando com a WNBA para garantir um ambiente seguro para todas as jogadoras.
Durante a partida, o Indiana Fever venceu por 93 a 58, mas Reese teve um desempenho notável, registrando um duplo-duplo com 12 pontos e 17 rebotes. O jogo foi marcado por um momento de tensão, quando uma falta de Caitlin Clark em Reese resultou em penalidades para ambas as jogadoras.
A situação representa um desafio significativo para a política “No Space for Hate”, que foi implementada nesta temporada. A iniciativa abrange medidas em tecnologia, segurança e saúde mental, além de um alinhamento institucional contra discursos de ódio. A jogadora A’ja Wilson, do Las Vegas Aces, enfatizou a necessidade de ações concretas, lembrando que as atletas merecem respeito.
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