James Capers, Josh Tiven e Sean Wright foram escolhidos para apitar o Game 7 das finais da NBA entre Oklahoma City Thunder e Indiana Pacers. Esta é a primeira vez que os três árbitros apitam um jogo tão importante. A seleção para as finais é uma grande honra na NBA. Scott Foster, um árbitro experiente, não foi escolhido, o que surpreendeu muitos. Capers já apitou 13 finais, Tiven está em sua sexta e Wright em sua segunda. James Williams será o árbitro alternativo e David Guthrie ficará responsável pelo centro de replay. O técnico do Thunder, Mark Daigneault, falou sobre a importância de respeitar os árbitros e como sua equipe tem se concentrado em evitar faltas técnicas, destacando que o controle do jogo está nas mãos dos jogadores.
OKLAHOMA CITY (AP) — James Capers, Josh Tiven e Sean Wright foram escolhidos como árbitros para o Game 7 das finais da NBA, que ocorrerá entre o Oklahoma City Thunder e o Indiana Pacers, às 20h (horário de Brasília). Este é um marco para os três, pois é a primeira vez que apitam um jogo decisivo dessa magnitude.
A seleção para as finais é considerada a maior honra para um árbitro da NBA. Byron Spruell, presidente de operações da liga, destacou a importância dessa escolha. Scott Foster, um árbitro renomado e com experiência em Game 7, não foi selecionado, o que gerou surpresa entre os fãs e especialistas. Se tivesse sido escolhido, ele se tornaria o sétimo árbitro a apitar pelo menos três jogos decisivos na história da liga.
Capers, que já trabalhou em 13 finais, Tiven, em sua sexta, e Wright, em sua segunda, têm experiência significativa. James Williams, que apitou os jogos 2 e 5 da série, foi designado como árbitro alternativo para o Game 7. David Guthrie, que atuou nos jogos 1 e 6, ficará responsável pelo centro de replay em Secaucus, Nova Jersey.
O técnico do Thunder, Mark Daigneault, comentou sobre a importância do respeito aos árbitros e como sua equipe tem evitado faltas técnicas. Ele enfatizou que o controle do jogo está nas mãos dos jogadores, e não dos árbitros. “O resultado do jogo e o contexto estão fora do nosso controle,” afirmou Daigneault, ressaltando a necessidade de foco nas ações dentro de quadra.
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