- O Milwaukee Bucks avalia opções de trocas para manter Giannis Antetokounmpo na temporada 2026/27.
- A equipe está próxima de entrar no play-in no Leste, com 22 jogos restantes, e Giannis busca um caminho claro para competir.
- Com teto apertado e poucas picks, as soluções envolvem jogadores com salários baixos e pacotes para depois de 2031.
- Troca 1: Bucks recebe Saddiq Bey, Yves Missi e Jordan Hawkins; Pelicans recebe Bobby Portis, Andre Jackson e uma escolha de segunda rodada de 2026.
- Troca 2: Bucks recebe DeMar DeRozan e Devin Carter; Kings recebem Kyle Kuzma e Ryan Rollins.
Ainda não terminou a temporada, mas o Milwaukee Bucks vive risco de fracasso na campanha 2025/26. O time é 11º no Leste e corre atrás de vaga no play-in. Giannis Antetokounmpo cobra respostas e caminhos para manter a competitividade.
Com 22 jogos restantes, a direção trabalha em opções para fortalecer o elenco na próxima temporada. Sem espaço para grandes contratos ou muitos picks, a estratégia passa por negociações de baixo impacto financeiro, visando manter o grego em Milwaukee.
Ainda assim, o cenário é complexo. O Bucks não tem muitos ativos de alto valor e está acima do teto para 2026/27. A solução seria encontrar peças com salários baixos e colocar escolhas futuras em jogo, abrindo margem para negociações além de 2031.
Opções de trocas para manter Giannis
Kuzma e Portis aparecem como opções com contratos relevantes para abrir espaço na montagem de elenco. Kuzma tem expirante em 2026/27 e pode interessar equipes em reestruturação, somando 13,9 pontos, 5,8 rebotes e 3,0 assistências como titular em 32 jogos. No entanto, o Bucks tem US$ 20,3 milhões disponíveis para trocas.
Portis, aos 31 anos, mantém boa atratividade no mercado pela produção imediata. O salário dele em 2026/27 é de US$ 14,5 milhões, o que facilita encaixes salariais em negociações com outras franquias.
Trocas para Giannis Antetokounmpo ficar no Bucks
O elenco tem contratos baixos além de Myles Turner e Giannis, mas poucos ativos que atraiam interesse de outras equipes. Bancos como Gary Harris, Gary Trent e Tayshaun Prince não geram valor suficiente para grandes movimentações. Ryan Rollins e Kevin Porter aparecem como opções de encaixe, porém com limites salariais baixos.
Avaliando cenários, AJ Green pode ser negociado apenas em pacotes por um astro, o que reduz o retorno potencial. A ideia é buscar um jogador de alto impacto mantendo Turner, se possível, para balancear o garrafão.
Troca 1
Bucks recebe: Saddiq Bey, Yves Missi e Jordan Hawkins
Pelicans recebe: Bobby Portis, Andre Jackson, escolha de segunda rodada (via Jazz) de 2026
Pelicans mantém competição interna e evita trocar Herb Jones e Trey Murphy. Portis chega para trazer experiência e arremesso, enquanto Missi vira opção de banco para o garrafão.
Troca 2
Bucks recebe: DeMar DeRozan e Devin Carter
Kings recebe: Kyle Kuzma e Ryan Rollins
DeRozan, aos 36 anos, mantém produção consistente e ajuda no ataque estável. Carter entra como reserva de Kevin Porter, oferecendo ritmo ofensivo ao time de Milwaukee.
Como ficaria o time
Porter e Devin Carter conduzem o ataque, com Hawkins, AJ Green, Gary Trent Jr, Bey e DeRozan no perímetro. Giannis, Missi, Turner e Jericho Sims no garrafão. Thomas e Dieng teriam possibilidade de renovação.
Nem é o elenco de título, mas poderia manter o Bucks competitivo e na briga pelos playoffs. As possibilidades mostram dificuldade em montar uma equipe ao redor de Giannis sem abrir mão de ativos importantes.
Soluções são paliativas
Montar um elenco campeão via trocas para manter Giannis é complexo. Trocar Turner para obter um astro exigiria abrir mão de peças valiosas, o que não é simples neste momento. O draft de 2026, com Hawks na fila de escolhas, reforça a percepção de um possível recomeço gradual.
O Bucks não tem condição de oferecer um grande elenco hoje e o desgaste persiste. Giannis busca competir por título, mas o caminho exige negociações delicadas e escolhas estratégicas até o Draft. Se não houver avanço, o cenário aponta para a saída do jogador e um recomeço para Milwaukee.
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