- Gui Santos, formado na FIBA, comenta diferenças entre NBA e FIBA, destacando o contato defensivo mais intenso na liga norte-americana.
- Ele cita faltas que não são marcadas na FIBA e explica dificuldade em marcar sem usar as mãos, tendo que usar principalmente pernas e tronco.
- Foi draftado e, antes de atuar pelo Golden State Warriors, passou uma temporada na G League para a transição.
- O atleta diz que a NBA tem ritmo muito mais rápido, com destaque para as transições, enquanto a FIBA é mais lenta e foca em rodar as jogadas.
- Sobre filosofias de jogo, Santos afirma que a NBA prioriza transição e intensidade física, enquanto a FIBA valoriza a execução; a paciência foi crucial para sua consolidação, com contrato garantido acima do salário mínimo.
Gui Santos comenta as diferenças entre basquete FIBA e NBA, destacando como o ajuste foi essencial para sua atuação no Golden State Warriors. O brasileiro, formado no basquete internacional, explica que o contato na defesa e o ritmo do jogo pesaram em sua adaptação.
O ala, de 23 anos, foi draftado pelo Warriors e passou uma temporada na G League antes de integrar o elenco. Segundo ele, o período de transição foi decisivo para entender os padrões do time e o ritmo acelerado das partidas da NBA.
A percepção de Santos é de que há dois estilos bem diferentes entre as ligas. Enquanto a NBA privilegia transições rápidas e intensidade física, a FIBA foca na execução sequencial das jogadas. A comparação vem de quem viveu ambos os cenários.
Filosofias
Para o atleta, a velocidade do jogo norte-americano se explica pela ênfase na transição e na superioridade física. A prioridade, segundo ele, é capitalizar a rapidez do ataque. Fora dos EUA, o foco é manter a posse da bola e criar oportunidades com mais paciência.
Ele aponta que, na prática, jogadas sem pressa podem ser mal vistas na NBA, enquanto na FIBA é comum valorizar o andamento mais lento e a circulação de passes. Santos ressalta que não há uma forma única de jogar, apenas diferenças de estilo entre as ligas.
Paciência
A passagem pela G League foi determinante para a consolidação no Warriors. Em sua terceira temporada na NBA, o jogador assegura ter alcançado um contrato estável acima do salário-mínimo. Ele atribui a ascensão à paciência e à adaptação ao sistema da franquia.
Santos relembra que atuava como armador no Brasil, o que tornou a transição ainda mais desafiadora. O tempo na liga de desenvolvimento ajudou a entender as dinâmicas do grupo e a melhorar a leitura de jogo.
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