- Shamell Stallworth, aos 45 anos, fará a 13ª e última participação no Jogo das Estrelas do NBB neste sábado, 28, às 17h30, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.
- O americano anunciou aposentadoria ao fim desta temporada, após dezoito anos no NBB e 9.428 pontos, tornando‑se o maior cestinha da história da competição.
- Defende o Caxias do Sul na temporada 2025/2026, passando por Limeira, Pinheiros, Mogi, São Paulo e, recentemente, pelo clube gaúcho.
- O NBB conta com 48 jogadores estrangeiros, dos quais americanos representam 72,9%; Stallworth cita sacrifícios pessoais para ter sucesso e a importância de agarrar oportunidades.
- Em 557 jogos no NBB, o atleta afirma ter cumprido sua parte e revela que pretende contribuir com o basquete brasileiro, mesmo fora das quadras, possivelmente em funções técnicas ou de gestão.
Shamell Stallworth, de 45 anos, disputará pela 13ª vez o Jogo das Estrelas do NBB neste sábado, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, às 17h30. A participação marca sua última aparição no evento, antes da aposentadoria ao fim da temporada 2025/2026.
O americano chegou ao Brasil em 2004 para defender Araraquara e construiu uma carreira vitoriosa por Limeira, Pinheiros, Mogi, São Paulo e Caxias do Sul. Em sua trajetória, soma 557 jogos pelo NBB, tornando-se o maior cestinha da competição com 9.428 pontos.
O anúncio da aposentadoria ocorreu em meio à expectativa de celebração no Jogo das Estrelas, que permitirá ao atleta fechar um ciclo de mais de duas décadas no basquete brasileiro. Ele ressalta que manterá o foco no evento e na diversão que o formato oferece.
Carreira e legado
Ao longo da carreira, Shamell enfrentou o desafio de conciliar a vida pessoal com a rotina de alto rendimento. A distância da família pesou na decisão de encerrar a carreira, mesmo com o desejo de seguir envolvido no esporte no Brasil.
Em sua visão, a presença de muitos estrangeiros no NBB indica que há poucas vagas de alto nível, tornando essencial aproveitar cada oportunidade. O jogador acredita ter contribuído para o desenvolvimento do basquete nacional.
A comunicação inicial com os companheiros foi o principal obstáculo de Shamell no início da passagem pelo basquete brasileiro. Hoje, ele se sente mais integrado à cultura local e cogita seguir envolvido com o esporte após pendurar as chuteiras.
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