- Oscar Schmidt foi incluído no Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB), em cerimônia oficial realizada nesta quarta-feira.
- A homenagem reforça a carreira do ex-jogador, que já integra o Hall da FIBA e, de forma excepcional, o Hall da NBA, mesmo sem ter atuado na liga norte-americana.
- Hortência Marcari chamou o palco para apresentá-lo, relembrando momentos marcantes da parceria entre os dois durante o período de ouro do basquete brasileiro.
- Schmidt atuou em vinte e cinco temporadas e é o maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, além de deter o recorde olímpico individual com 1.093 pontos.
- Pela seleção brasileira, destacou-se no Pan-Americanos de Indianápolis, em 1987, quando o Brasil venceu os EUA pela primeira vez em casa; somou 7.693 pontos em 326 partidas oficiais, encerrando a carreira em 2003.
Oscar Schmidt foi oficialmente incluído no Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB) nesta quarta-feira (8), em cerimônia marcada pela presença de nomes históricos do basquete. A homenagem celebra uma carreira reconhecida nacional e internacionalmente.
A escolha do ex-jogador ocorreu pela Comissão Avaliadora do COB e reforça o respeito ao talento de Schmidt, que já integra o Hall da FIBA e recebeu siding excepcional no Hall da NBA, mesmo sem atuar na liga norte-americana. Hortência Marcari conduziu o convite ao palco.
A cerimônia reuniu figuras marcantes do basquete brasileiro, com Hortência destacando a determinação de Schmidt desde o Pan de 1979, quando disputou Porto Rico. O relato reforçou o legado de foco e dedicação que orientaram a carreira do atleta.
Nascido em Natal, Schmidt acumula números expressivos ao longo de 25 temporadas como profissional, somando 49.703 pontos, recorde do basquete mundial, e 1.093 pontos em Olimpíadas, melhor marca nesse torneio.
Pelo Brasil, Schmidt disputou cinco edições olímpicas, foi cestinha em várias competições e protagonizou a histórica vitória sobre a Espanha em Seul 1988, com 55 pontos, recorde em uma única edição dos Jogos.
Na seleção, o momento mais marcante veio com o ouro no Pan-americano de Indianápolis 1987, ao derrotar os EUA na decisão, estabelecendo a primeira derrota norte-americana em casa no torneio. Ele encerrou a carreira com 7.693 pontos em 326 jogos.
A aposentadoria ocorreu em 2003, aos 45 anos, defendendo o Flamengo. Também vestiu as camisas de Palmeiras, Corinthians, além de clubes europeus, como Caserta, Pavia e Valladolid. A homenagem reforça o legado de Schmidt no basquete nacional e mundial.
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