- O gerente-geral Adam Peters disse que manter a sétima posição geral não muda a estratégia de troca dos Commanders.
- Peters reforçou que a decisão é orientada pelo que é melhor para a equipe, independentemente de quem seja o oponente.
- Cowboys e Eagles são alvo de rumores de possíveis trocas, mas os Commanders não estão necessariamente inclinados a subir.
- Embora avaliem opções, Peters acredita que, na prática, é mais provável ficar com a sétima escolha, a menos que as circunstâncias mudem.
- A equipe tem seis escolhas no draft, sendo apenas uma nas duas primeiras rodadas.
O Washington Commanders avalia a possibilidade de recuar no primeiro round do Draft da NFL 2026 para ampliar o total de escolhas. O tema ganhou força com a ideia de que rivais da divisão podem tentar subir para obter atletas de impacto. O general manager Adam Peters comentou a dinâmica na tarde de quinta-feira, destacando que a posição no draft pode influenciar, mas não definir, o curso das negociações.
Peters afirmou que o número 7 não altera a decisão estratégica da franquia. A avaliação permanece centrada em qual movimento traria benefício ao time, independentemente do adversário envolvido. A ideia é balancear a melhoria da equipe com a gestão de ativos.
Ainda que haja rumores sobre o Cowboys e o Eagles como potenciais interessados em subir, o executivo disse que a prioridade é o que for melhor para os Commanders. A tendência, segundo ele, é manter a posição de 7 no momento, mas o cenário pode mudar conforme as informações na véspera do evento.
No momento, os Commanders contam com seis escolhas no Draft de 2026, sendo apenas uma nos dois primeiros rounds. A estrutura de picks exige avaliação contínua de opções, incluindo a possibilidade de recuar ou permanecer com a seleção inicial, conforme o quadro de posições e oportunidades disponíveis.
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