- No dia 23 de agosto de 1987, em Indianápolis, Brasil venceu os Estados Unidos por 120 a 115 no basquete dos Jogos Pan-Americanos.
- No intervalo, garrafas de champanhe no vestiário americano deram motivação aos brasileiros para a virada.
- Oscar Schmidt terminou com 46 pontos, após 11 no primeiro tempo, e marcou o arremate decisivo nos últimos segundos.
- A virada ocorreu após a defesa brasileira se impor no segundo tempo, desmontando a confiança do adversário.
- A vitória foi considerada pela equipe como a maior alegria da carreira de Oscar, com comemoração encerrando o jogo de forma dramática.
O Brasil voltou a vencer os Estados Unidos em uma final de basquete no Pan de 1987, em Indianápolis, em 23 de agosto. No intervalo, garrafas de champanhe foram levadas ao vestiário dos anfitriões, motivando a reação brasileira. A equipe saiu de trás para vencer por 120 a 115.
Oscar Schmidt foi o destaque: tinha marcado 11 pontos no primeiro tempo e fechou com 46. A virada ocorreu após ajustes defensivos no segundo tempo, com maior intensidade e pressão sobre os americanos, que perdiam o controle do jogo.
Naquele dia, o elenco brasileiro contou com Marcel, Israel, Gérson e Guerrinha. A reação foi liderada pela defesa do segundo tempo, que abriu diferença de pontos e desestabilizou o adversário. O Brasil chegou à liderança no final, quando Marcel anotou a cesta que fechou a vitória.
A vitória ficou marcada pela reação dentro da Market Square Arena, diante de 16.408 espectadores. Naquela ocasião, a equipe brasileira mostrou determinação e superação para vencer em casa dos rivais. Oscar Schmidt, hoje reconhecido como uma das maiores cestinhas do basquete brasileiro, descreveu o feito como a maior alegria da carreira.
Oscar Schmidt faleceu em 17 de abril de 2026, aos 68 anos, conforme registro divulgado na ocasião. A vitória de 1987 é lembrada como o ápice de sua trajetória e do talento brasileiro naquela época.
Reviravolta em Indianápolis
Antes do intervalo, o Brasil perdia por 68 a 54, mas o técnico Ary Vidal e o assistente José Medalha mobilizaram o grupo. A ideia era transformar a descontração em energia competitiva, mantendo o foco no objetivo de vencer.
Desdobramentos na equipe
A reação brasileira foi coroada pela atuação de Marcel e Guerrinha, que pressionaram a defesa norte-americana e forçaram erros nos segundos períodos. O time brasileiro passou a ditar o ritmo e a cadência do jogo.
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