- Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira, 17, em decorrência de uma parada cardiorrespiratória, e era reconhecido como uma lenda mundial do basquete.
- Kobe Bryant, ídolo dos Lakers, era fã declarado do brasileiro e disse que cresceu assistindo aos jogos dele e o admirava desde criança.
- Rick Barry, Hall da Fama da NBA, elogiou Oscar, contando que, se marcassem o brasileiro, ele simplesmente “acabava com o jogo” na final do Pan de 1987.
- Em 1984, Oscar foi recrutado pelo New Jersey Nets, mas recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira.
- Oscar Schmidt foi introduzido no Hall da Fama do basquete Naismith Memorial em 2013, com apresentação de Larry Bird.
Oscar Schmidt, conhecido como Mão Santa, morreu nesta sexta-feira 17, vítima de parada cardiorrespiratória. O brasileiro era considerado uma lenda do basquete mundial e integrou o Hall da Fama da NBA sem ter jogado nos EUA.
Ídolo de Kobe Bryant, o astro dos Lakers, Schmidt recebeu elogios do brasileiro-americano em memória de sua carreira. Kobe destacou que cresceu assistindo aos jogos do brasileiro na Itália e o admirava desde a infância.
Outro reconhecimento veio de Rick Barry, membro do Hall da Fama e ex-Warrior. Barry relembrou a defesa de Oscar na final do Pan de 1987 e disse que, diante de marcação excessiva, ele brilhava com a bola longe das mãos adversárias.
Legado e trajetória
Schmidt foi recrutado pelo New Jersey Nets em 1984, mas preferiu não jogar pela seleção brasileira para seguir na NBA. Em 2013, ele foi incluído no Hall da Fama, com apoio de Larry Bird, que o apresentou na cerimônia.
Antes da NBA, o brasileiro conquistou ouro no Pan de 1987, além de três títulos sul-americanos (1977, 1983, 1985) e medalhas de bronze em Mundiais e Pan-Americanos. Sua carreira ficou marcada por recordes e pioneirismo.
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