- Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete, morreu nesta sexta-feira (17), em São Paulo, aos 68 anos, conhecido como Mão Santa.
- Foi peça-chave para popularizar o basquete no Brasil e integrou os Hall da Fama da FIBA e da NBA, mesmo sem ter atuado na liga americana.
- The Washington Post destacou sua trajetória e influência no basquete mundial, incluindo inspirações a Kobe Bryant e Shaquille O’Neal.
- Clarín relembrou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, e a vitória sobre os Estados Unidos na final.
- Associated Press ressaltou a luta contra tumor cerebral por quinze anos; Gazzetta dello Sport recordou a passagem pela Itália, com dezessete temporadas e média de 34,6 pontos por jogo.
Oscar Schmidt, conhecido como Mão Santa, morreu nesta sexta-feira (17), em São Paulo, aos 68 anos. Ex-jogador de basquete, ele foi pivotal na popularização do esporte no Brasil e ganhou reconhecimento internacional.
A perda mobiliza mensagens de instituições e veículos internacionais que destacam sua trajetória, recordes e contribuição ao basquete mundial. Schmidt deixa legado como uma das referências da modalidade no país.
Schmidt disputou cinco Jogos Olímpicos consecutivos pela seleção brasileira e nunca atuou na NBA, mas integrou o Hall da Fama da FIBA e o Hall da Fama da NBA, reconhecimentos marcantes para um jogador brasileiro.
Repercussão internacional
The Washington Post ressaltou a importância da carreira de Schmidt e seu impacto global, citando inspirações para jogadores como Kobe Bryant e Shaquille O’Neal. O texto destaca suas marcas de pontuação e dedicação à seleção.
O Clarín lembrou Schmidt como uma das maiores lendas do basquete mundial, destacando a medalha de ouro nos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, sobre os EUA por 120 a 115.
A Associated Press enfatizou a luta de Schmidt contra um tumor cerebral por 15 anos, destacando coragem, resiliência e exemplo de vida.
A Gazzetta dello Sport lembrou a passagem pela Itália, atuando por Juvecaserta e Pavia entre 1982 e 1993, destacando a contratação que o tornou referência no campeonato italiano.
O Diário Marca relembrou a participação brasileira na medalha de ouro dos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, e a medalha de bronze no Mundial das Filipinas, em 1978.
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