- Morreu nesta sexta-feira, aos 68 anos, o basqueteista Oscar Schmidt, um dos ícones da modalidade no Brasil e no mundo.
- Deixou a esposa Maria Cristina Victorino e dois filhos, Felipe e Stephanie; deixou também o irmão Tadeu Schmidt.
- Em 2013, revelou ter enfrentado um tumor cerebral, tratou-se e teve recuperação satisfatória.
- Na carreira, destacou-se pelo título mundial interclubes de 1979 pelo Esporte Clube Sírio e pelo ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, ao derrotar os Estados Unidos por 120 a 115.
- Foi incluído no Hall da Fama do basquete americano em 2013 (anunciado em fevereiro e cerimônia em setembro) e integra o Hall da Fama da Fiba desde 2003; não há informações sobre os cerimoniais fúnebres.
Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, faleceu nesta sexta-feira (17) aos 68 anos. A morte foi anunciada pela família e pela imprensa especializada. O atleta deixa a esposa Maria Cristina Victorino, com quem foi casado desde 1981, e dois filhos, Felipe e Stephanie. O irmão Tadeu Schmidt, jornalista da TV Globo, também lamenta a perda.
O talentoso jogador potiguar, conhecido como Mão Santa, teve uma trajetória marcante no Esporte Clube Sírio e na seleção brasileira. Entre os títulos, destacam-se o Mundial Interclubes de 1979 pelo Sírio e o Pan-Americanos de 1987, quando o Brasil derrotou os EUA por 120 a 115 em Indianápolis.
Na saúde, Schmidt enfrentou, em 2013, um tumor cerebral, informado pela família. O tratamento foi bem-sucedido e ele se recuperou, seguindo com a carreira esportiva e ações técnicas relacionadas ao basquete.
Carreira e reconhecimentos
Oscar Schmidt integrou o Hall da Fama do Basquete NBA em 2013. A cerimônia de inclusão ocorreu em Springfield, nos EUA, em 8 de setembro de 2013. Já desde 2003, ele compõe o Hall da Fama da Fiba, reconhecido internacionalmente por sua longevidade e ética esportiva.
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