- Oscar Schmidt lutou 11 anos contra câncer no cérebro e interrompeu a quimioterapia para priorizar o bem-estar e passar mais tempo com a família.
- Em entrevista de 2024, ele afirmou ter sido “curado” pelo encontro com o Papa Francisco, no Brasil, que o abençoou.
- O ex-jogador disse que revistas o davam como morto e que a entrevista com Cabrini ajudou a calar a imprensa.
- Após a carreira, tornou-se palestrante corporativo, abordando liderança, disciplina e superação.
- Ele tentou o Senado por São Paulo, mas não foi eleito; contou que recebeu propostas financeiras para a candidatura e recusou.
Oscar Schmidt revelou uma guerra longa contra o câncer no cérebro, que durou 11 anos. O ex-jogador decidiu interromper a quimioterapia para priorizar o bem-estar e ficar mais próximo da família.
Em entrevista de 2024 ao Alt Tabet, do Canal UOL, Schmidt contou que um encontro com o Papa Francisco ocorreu no Brasil e teve papel decisivo para ele. O espiritual fez uma bênção que, segundo ele, ajudou a afastar a doença.
O relato também aborda o período em que revistas chegaram a dar como morto o atleta. Schmidt disse que, diante da crise, passou a priorizar a família e o papel de pai, marido e mentor, afastando o foco apenas no esporte.
Agradeceu ao médico Cabrini pela ajuda durante o tratamento. Segundo Schmidt, a atenção recebida o fez encarar a luta de forma diferente, o que contribuiu para superar parte das dificuldades.
Após encerrar a carreira, o ex-jogador ganhou visibilidade como palestrante corporativo, abordando liderança, disciplina e superação em empresas de diferentes setores.
Sobre atuação política, Schmidt chegou a disputar uma vaga no Senado por São Paulo, mas não foi eleito. Ele relatou que recebeu propostas financeiras para concorrer, mas optou por não seguir na reforma política.
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